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Compasso de espera para a dança das cadeiras na Itaipu

Cheios de expectativas - A nomeação de Fernando Bezerra Filho (PSB), no Ministério das Minas e Energia, animou alguns membros da equipe do prefeito Reni Pereira (PSB). Começaram a enxergar novas e diferentes possibilidades. O ministro tem sob o seu guarda-chuva ministerial o controle nas nomeações de cargos na Itaipu Binacional.

Cadeiras disputadas - A Itaipu oferece diretorias e assessorias cobiçadas. Os principais cargos na alça de mira dos partidos aliados de Temer são: Diretoria-Geral brasileira; Diretoria Técnica; Diretoria Jurídica; Diretoria Administrativa; Diretoria Financeira e Diretoria de Coordenação. Cada diretoria conta com cargos complementares e espaço para auxiliares.

Conselheiros – A binacional também disponibiliza cargos de conselheiros. Normalmente as cadeiras são ocupadas por pessoas conhecidas do cenário político nacional. Porém, os nomes são pouco divulgados. A dança acontece sem muita publicidade.

Conselho atual - O Conselho de Administração brasileiro atual, divulgado na página da binacional na Internet, é formado pelo ex-ministro Jacques Wagner, pelo ex-governador Alceu Collares, pelo assessor da presidência, Giles Azevedo e por Mauricio Requião de Melo e Silva, irmão do senador Roberto Requião. Além deles constam da lista Roberto Atila Amaral Vieira e José Antonio Muniz Lopes.

Gestão longeva - Quando deixar o cargo Jorge Miguel Samek será o diretor-geral brasileiro da Itaipu Binacional com maior tempo em atividade. Sua gestão dura 13 anos. Antes de Samek, o diretor geral com mais tempo no cargo foi José Costa Cavalcante. Sua gestão, por onze anos, se deu entre 1974 e 1985.

Longeva, mas nem tanto - Porém, difícil mesmo será quebrar a marca de longevidade no cargo registrada pelo paraguaio Enzo Debarnardi. Ele somou 15 anos à frente da Itaipu no Paraguai. Foi diretor-geral paraguaio entre 1974 e 1989.       

Suplente preso - A vaga deixada pelo deputado federal Ricardo Barros (PP), que assumiu o Ministério da Saúde, deveria ser ocupada pelo ex-deputado estadual Osmar Bertoldi. Deveria, se ele não estivesse em prisão preventiva desde fevereiro. Bertoldi é acusado de agressão contra a ex-noiva.

Aguardando decisão – Por negativas da justiça, Bertoldi perdeu de assumir a vaga em duas oportunidades anteriores. A primeira na suplência de Valdir Rossoni (PSDB) e a segunda na vaga de Reinhold Stephanes (PSD) que assumiram secretarias no governo do Estado. As cadeiras estão ocupadas pelos deputados suplentes Paulo Martins e Nelson Padovani.

Posição do MPF - A defesa de Bertoldi entrou com pedidos no Supremo Tribunal Federal para que ele possa exercer a função. O parecer da Procuradoria-Geral da República, emitido no dia 10 de maio e publicado no site do STF, foi pelo indeferimento da liminar e pela denegação da segurança. Agora é só aguardar o relatório do Ministro Luiz Fux.

Já viajou - Professor Sérgio está em Brasília. Ele é o próximo na lista de suplentes da coligação “Unidos pelo Paraná” formada, na eleição de 2014 pelos partidos PSDB, DEM, PR, PSC, PTdoB, PP, SD, PSD, PPS. O iguaçuense deixou o PSC e filiou-se ao PSD. Portanto, continua integrado ao grupo.

Dependente da Justiça - Contudo, é pouco confortável a condição do Professor Sérgio. Prisão preventiva pode ser revogada ou relaxada. Em liberdade, Bertoldi terá condições de reforçar a luta para garantir o seu direito ao mandato.    

Carga tributária - O secretário municipal da Fazenda Ademar da Silva foi convocado pela Câmara de Vereadores para explicar as mudanças relacionadas à lei do ISSQN que, em tese, teriam onerado as pequenas empresas. O secretário será ouvido na terça-feira (17).    

Galeria de fotos - Alguns quadros perderam o lugar de destaque na parede do diretório do PMDB de Foz do Iguaçu. Pelo pouco espaço, um dos retratos retirados foi o senador Roberto Requião que deu lugar para a fotografia do filiado Miron Niecklivicz. Ele é detentor da ficha de filiação número um do partido no município. O histórico peemedebista ganhou lugar na galeria ao lado do ex-prefeito Dobrandino Gustavo da Silva. Ficou feliz e emocionado.