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Data-base: Prefeitura avança e, além dos 4%, oferece mais 5,7% em dezembro

Ainda não agradou - Uma nova rodada de negociações entre a administração Municipal e os sindicatos dos servidores municipais de Foz do Iguaçu define os rumos da mobilização pela data-base. O encontro, na Prefeitura, acontece às 9h. A nova proposta garante 4%, parcelados de maio a agosto, e mais 5,7% em dezembro. Para os sindicalistas ainda não é suficiente. O presidente do Sismufi, Aldevir Hanke, acha que é preciso “melhorar muito” para que a proposta seja aceita. 

Agenda sindical - Sem consenso, o panelaço programado para o meio-dia desta sexta-feira, em frente à prefeitura, deverá ser mantido. O ato faz parte da campanha de defesa da data-base.

Sem manutenção - A escuridão no Terminal de Transportes Urbanos (TTU) é assustadora. A falta de manutenção do espaço provoca insatisfação e insegurança ao passageiro que precisa esperar pelo ônibus no período noturno. O TTU seria terceirizado, mas a proposta foi engavetada e, pelo jeito, é na gaveta que a proposta vai permanecer. 

Vendem-se - Deu na trave o pedido da prefeitura para vender áreas públicas. O dinheiro arrecadado seria aplicado na construção e reforma de unidades de saúde. Os vereadores optaram pelo pedido de vista e o projeto vai, também, para a gaveta.

Meio-passe - Vereadores cobram que a administração Municipal recorra da decisão judicial que retirou o benefício do meio passe para estudantes de cursos técnicos. Como não há previsão no contrato o consórcio Sorriso recorreu ao judiciário e ganhou. A decisão foi acatada e cumprida. Inconformados, os parlamentares exigem reação.

Dia útil - A Fundação Cultural empresta seu auditório para a realização de uma audiência pública que vai discutir o orçamento municipal de 2017. O evento acontece nesta sexta-feira (6), às 9h. Outra audiência em horário e dia impróprios. Quem bate cartão fica de fora do debate.

Sustar efeitos - Depois da PPP na saúde e da licitação da Rodoviária agora está sendo proposta a edição de um decreto legislativo que suste o trabalho da comissão interventora do Hospital Municipal que atua na administração da UPA e do PA do Morumbi.

Limpa pátio - O Instituto de Trânsito de Foz do Iguaçu - Foztrans está notificando 778 proprietários de veículos apreendidos. Quem não regularizar a situação vai perder o patrimônio. Um leilão está sendo marcado para o início de junho.

Acidentados - O Pronto Atendimento da unidade do Hospital Municipal atendeu, entre janeiro e abril, 9.079 pacientes. Deste total, 2122 são vítimas de acidente de trânsito. Os motociclistas lideram o número de atendimentos prestados a acidentados.

Ciclistas na pista - Pelo menos sete acidentes envolvendo ciclistas são registrados diariamente no Paraná. De acordo com o DETRAN, são cerca de 74 ciclistas mortos e, em média, 2.119 feridos anualmente no Estado. A estimativa considera os números registrados no período de 2009 a 2014.

Sem direito a voto -  Quem não conseguiu atualizar ou fazer o título eleitoral não poderá votar nas eleições de outubro. O novo período de regularização será aberto somente no mês de novembro.

Mais professores - A Prefeitura de Foz do Iguaçu publicou edital de concurso público para contratação de professores.

Priorizando discursos - Na última sessão, para ganhar tempo, a mesa diretora da Câmara decidiu suspender a leitura das indicações e dos ofícios que estavam na pauta.  O objetivo era o de ampliar o tempo para a palavra livre dos vereadores. O vereador Paulo Rocha (PMDB) reclamou. Não gostou de decisão.

40ª Fartal - A Fundação Cultural iniciou a comercialização dos espaços da Fartal. A lista de shows deste ano será anunciada somente na próxima semana.

Imunizar professores -  O vereador Gessani (PP) quer que os professores sejam incluídos nos grupos prioritários para imunização contra a gripe H1N1. O sindicato dos professores municipais aprovou a proposta e reforçou o pedido.

Intoxicação - A cada duas horas, pelo menos um paranaense é vítima de intoxicação por medicamento. Segundo dados da secretaria de Estado da Saúde, historicamente, os medicamentos são os principais responsáveis por intoxicações no Estado. Somente no ano passado, foram registrados 4.461 casos. Em resumo: A diferença entre o remédio e o veneno é a dose.