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Depois da tempestade...

Rotina anormal - Depois de receber agentes federais em sua residência e de ser conduzido à Delegacia da Polícia Federal, o prefeito Reni Pereira (PSB) reuniu a imprensa para falar sobre sua condução coercitiva. Logo após retomou a rotina. Seguiu no gabinete despachando até o final da tarde.

De novo, o dinheiro - O prefeito voltou a se irritar com o questionamento sobre a origem do dinheiro encontrado em sua residência. Ele disse que pela “quarta vez” repetiria que o dinheiro foi recebido numa ação de indenização judicial em 2015.

Autorização judicial - Os assessores trataram de postar os alvarás judiciais que confirmam o pagamento para Reni Pereira.

Sem interrupção - Com as informações ainda mantidas sob sigilo, especula-se que as investigações federais estejam focadas em pelo menos seis obras. O Prefeito disse que ainda não sabe quais são, mas garantiu que todas as que estão sendo executadas não serão interrompidas.

Colaboradores - Além da Operação Pecúlio da Polícia Federal o GAECO também mantém uma investigação em segredo de justiça. Um advogado, que representa seis dos 11 vereadores que estão sendo ouvidos, afirmou que até agora não há nenhum envolvimento dos parlamentares no objeto investigado. Eles estão colaborando apenas como testemunhas.

Pagar IPTU - O vereador Paulo Rocha (PMDB) está requerendo que o terreno invadido na região do Porto Meira, batizado de invasão do Bubas, seja incluído na área urbana do município. O objetivo é que a cobrança do IPTU force o proprietário a lotear e vender o terreno.

Prioridade - A invasão existe, e o vereador convive com ela, desde 2013. O proprietário não tem a posse. Neste momento o mais importante não é o tipo de imposto que recai sobre a área, mas, sim, o que será feito em relação às famílias que a ocupam.

IPTU progressivo - O secretário da Fazenda Ademar da Silva garante que o Município vai cobrar o IPTU progressivo. Será aplicado, mas em doses homeopáticas. Levará pelo menos cinco anos para atingir o percentual máximo de cobrança.

Redundância - A Câmara de Foz aprovou o Projeto de Lei que institui, no calendário oficial de eventos do Município, a Semana Municipal do Consumidor. Será comemorado no mesmo período em que se comemora a Semana Nacional do Consumidor. O projeto segue agora para a sanção do Prefeito Reni Pereira.

Obrigação já existe - Um projeto, que está sendo analisado pela Câmara de Foz do Iguaçu, estabelece a obrigatoriedade do estabelecimento de saúde divulgar, em lugar visível, informações sobre a gratuidade no atendimento pelo SUS. O diretor da 9ª Regional de Saúde Ademir Ferreira, afirmou que já há uma lei federal que estabelece a fixação dos cartazes com informações sobre a gratuidade dos serviços. Portanto...

Taxa de coleta - O vereador Luiz Queiroga (DEM) entrou com um requerimento solicitando a possibilidade de realização de estudos para a alteração na forma de cobrança na taxa de coleta de lixo. O modelo atual é cobrado desde 2003. Segundo o vereador o critério em vigor é injusto e gera distorções. Foram necessários 13 anos para que alguém percebesse a discrepância?   

Não satisfez - O superintendente do Foztrans Carlos Juliano Budel, foi à Câmara e prestou esclarecimentos relacionados ao contrato entre o Município e a empresa que administra a Rodoviária Internacional de Foz do Iguaçu. Após ouvir o superintendente os vereadores criaram uma comissão para averiguar se as informações repassadas procedem.

Fim da interdição - Foi encerrada interdição ética promovida no Hospital Municipal de Foz do Iguaçu pelo Conselho Regional de Medicina. A interdição vigorava desde dezembro de 2015. Como os nove entraves apontados foram solucionados, a decisão do plenário foi unânime.

Interdição parcial - A interdição ética do trabalho do médico é a proibição, pelo Conselho Regional de Medicina, de o profissional exercer seu trabalho em estabelecimentos de assistência médica e hospitalização por falta de condições mínimas para a segurança do ato médico. Pode ser total ou parcial. Em Foz do Iguaçu a interdição era parcial.

Impropérios - O deputado Eduardo Cunha não é tão frio quanto se imaginava. Ele reagiu aos ataques verbais durante a sessão do processo de abertura de impeachment. Anunciou que vai entrar com queixa-crime contra os parlamentares que ultrapassaram os limites da imunidade parlamentar. Cunha informou que a representação será individual. Só falta agora analisar quais serão os deputados denunciados.