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Doação de órgãos e tecidos ainda enfrenta a recusa das famílias

Doação de órgãos - O Paraná contabiliza 127 doações nos primeiros cinco meses do ano. Entre quarta-feira (15) e quinta-feira (16) foram realizadas oito captações de órgãos para transplantes no estado. Até então, o número máximo de captações no período de um dia era de seis doações, ocorrido em 2015.

Famílias conscientizadas - O avanço é creditado ao esforço para sensibilizar a população sobre a importância da doação e o trabalho voltado ao aperfeiçoamento da estrutura do está dando resultados. Pois, para ser um doador é fundamental comunicar à família esse desejo.

Morte encefálica - Dados do Ministério da Saúde revelam que 40% da população brasileira recusam doar órgãos de seus entes com morte cerebral. No norte e nordeste do país o percentual sobe para 50%. A recusa envolve crença religiosa, expectativa de reversão na condição do quadro clínico e desconhecimento sobre a morte encefálica.   

Vacina contra dengue - Técnicos do Governo do Estado e do laboratório francês Sanofi Pasteur realizaram a décima reunião para definir a compra de doses da vacina contra a dengue que protege contra os quatro sorotipos que circulam no Brasil. O Paraná será o primeiro estado das Américas a vacinar contra a dengue.

Precificação - A Secretaria estadual da Saúde aguarda, agora, que a Câmara de regulação do Mercado de Medicamentos da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA), defina o preço da vacina para finalizar o processo de aquisição 500 mil doses da vacina e iniciar a campanha de imunização no Estado.

Custa menos prevenir - O custo estimado da dengue no Paraná, direto e indireto, é de mais de R$ 200 milhões anuais. Portanto, mesmo sem a precificação, o cálculo é simples: o investimento definido para a vacinação é muito inferior ao que se tem aplicado anualmente no combate à doença.

Novas oitivas - Os vereadores da Comissão Parlamentar de Inquérito da Operação Pecúlio se dedicam, nesta fase dos trabalhos, à área da saúde. Na quinta-feira (16) ouviram o ex-secretário de Saúde do município, o dentista Charles Bortolo. Ele foi incluído na investigação da Polícia Federal após uma conversa gravada entre o ele e o empresário Euclides Barros Júnior que está cumprindo prisão preventiva.

Médico residente - O vereador Paulo Rocha (PMDB) promoveu mais um daqueles momentos inesquecíveis no plenário da Câmara Municipal. Questionando o teor de um requerimento a respeito da previsão de pagamento da bolsa auxílio para médicos residentes do hospital municipal tascou: “Eu não sabia que tem médico que reside no hospital”. A plateia e o plenário explodiram em risos.  

Excesso de partidos - O Brasil possui 35 partidos oficialmente registrados no Tribunal Superior Eleitoral. É um número expressivo. Porém, existem outros 28 pedidos de registro em análise no tribunal. Conforme o artigo 17 da Constituição Federal é livre a criação, fusão, incorporação e extinção de partidos políticos.

Fim das coligações - A trava na criação de partidos seria determina o fim das coligações na eleição proporcional que, somado a cláusula de barreira, garantiria o fortalecimento ideológico dos partidos e não a proliferação de legendas.

Ditado popular - A senadora Gleisi Hoffman interrompeu os trabalhos da Comissão Especial do Impeachment para anunciar a demissão do ministro Henrique Eduardo Alves. Fazendo referência aos casos envolvendo ex-ministros do governo Dilma Roussef,  Caiado alertou: “Não se fala em corda em casa de enforcado”.

Educadores mobilizados - Os trabalhadores da educação das nove cidades de abrangência da APP-Sindicato/Foz realizam encontros neste final de semana. Em São Miguel do Iguaçu, nesta sexta-feira (17) e em Foz do Iguaçu, no sábado (18). Os encontros definem a agenda de mobilização que será apresentada durante a Assembleia Estadual no dia 25 de junho, em Curitiba.

Pauta social - De acordo com o sindicato, o Governo do Paraná nega-se a discutir a pauta da campanha salarial, que abrange investimentos nas escolas, fortalecimento de projetos pedagógicos e avanços na carreira. A entidade sindical aponta, ainda, que a falta de recursos para a infraestrutura das escolas compromete a qualidade de ensino e os alunos sofrem com atrasos e a falta de qualidade da merenda. Há carência de profissionais em todos os segmentos da educação. 

Pauta financeira - O governo deve aos educadores mais de R$ 200 milhões em progressões e promoções e não paga o piso nacional do magistério, menor salário permitido em lei.