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Previsão orçamentária para 2017: maior gasto e menor arrecadação

Começa devendo - A notícia não é nada estimulante. O próximo prefeito deverá assumir com o orçamento negativo em pelo menos R$ 40 milhões. Mesmo com os cortes realizados, não foi possível equilibrar a expectativa da arrecadação com a previsão de gastos.

Bisturi orçamentário - O maior corte ocorreu no Fozhabita com 61,65%. O orçamento do Foztrans sofreu uma tesourada de 20,54% e a Secretaria de Esportes de 27,10%.  Nem o Turismo escapou. O bisturi das contas públicas arrancou 17,61% do já combalido orçamento.

Lupa legislativa - O documento será, agora, analisado pelos vereadores e nova audiência pública deverá ser convocada.

Ano letivo - Acontece na quarta-feira (12) a assembleia da APP-Sindicato que poderá deliberar pela deflagração de greve nas escolas estaduais a partir da próxima segunda-feira (17). O movimento vai prejudicar o final do ano letivo e complicar a situação dos alunos. Porém, o clima entre a categoria é favorável pela paralisação por tempo indeterminado.

Temporada cancelada - O anúncio de interdição da praia artificial de Três Lagoas não é novidade. O local é alvo permanente do vandalismo. O Município arruma e os vândalos destroem. Desta vez, sem caixa, a Fundação Cultural já adiantou que, sem parceria, a praia artificial não será liberada à população neste verão.

Vandalismo inaceitável – No início do segundo semestre do ano passado a prainha teve a faixa de areia “engordada” e os quiosques e banheiros reformados. Não durou muito. Sem vigilância o local é um território sem lei no período noturno. A ausência do Poder Público permite que a depredação ocorra, inclusive, a luz do dia.

Governo ausente - As famílias que acampavam no balneário foram expulsas. O local foi dominado por pessoas que desrespeitam o sossego alheio e consomem bebidas e drogas. Não é incomum o registro de homicídios na área que deveria ser de lazer da comunidade.

Jogo de empurra - Uma cláusula do documento entre a Itaipu e o Município proíbe a transferência do espaço. A cobrança de ingressos está fora de cogitação. Sem orçamento, a Prefeitura transferiu a administração para a antiga Fundação de Esportes e, finalmente, a estrutura foi parar na Fundação Cultural.

Ame ou deixe - Sem fiscalização e vigilância é jogar dinheiro público numa pilha de entulhos. O comodato vence. Então, das duas uma: revisão do contrato ou devolução da área para a Itaipu.            

Câmeras decorativas - A câmera de vigilância instalada no terminal não funciona. A informação é que uma licitação está em andamento para a manutenção dos equipamentos, espalhados pela cidade, que servem apenas de decoração. Não têm nenhuma utilidade pratica.

Sem colete - O processo licitatório anunciado pela Prefeitura para a compra de coletes balísticos para a Guarda Municipal ainda não vingou. Está chegando à hora de devolver os equipamentos emprestados da Polícia Rodoviária Federal. Sem coletes os guardas não deixam o quartel.

Aguardando julgamento -  Como o Tribunal Regional Eleitoral não recebeu contrarrazões ao Recurso Especial pela Coligação Reage Foz e pelo assistente, o processo que trata da impugnação da candidatura de Paulo Mac Donald Ghisi será julgado pelo Tribunal Superior Eleitoral. O documento foi expedido na sexta-feira (7) e aguarda para ser incluído na pauta de julgamento.   

Compasso de espera - O Conselho Municipal de Saúde elegeu uma comissão e colocou a equipe a disposição do governo Municipal para auxiliar na transição administrativa. Só falta saber quem será o prefeito.

Presidente reassume - A assessoria do vereador Zé Carlos entregou, e em seguida retirou, o pedido de substituição do parlamentar na Comissão Processante do prefeito afastado Reni Pereira. A retirada foi requerida após a informação de que o vereador deixaria a prisão antes do fim da semana passada. E aconteceu. Zé Carlos deverá retornar ao plenário da Casa na próxima sessão.   

Trabalho retomado - Com o retorno do vereador Zé Carlos a comissão processante poderá retomar os trabalhos. Com apenas dois membros as decisões estavam comprometidas. Agora o time está completo.

Medida salvadora -  presidente Temer convidou os parlamentares da base para um jantar e escalou dois técnicos para que fizessem uma exposição da importância de se aprovar o limite do teto de gastos públicos. Foi o prato de entrada. De sobremesa Temer adoçou a boca dos convidados. Reforçou que a aprovação da PEC vai salvar o Brasil.