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Reitor diz que corte de auxílios na Unila é “boato”

Ocupa Unila - Alunos da Universidade Federal da Integração Latino-Americana (UNILA) protestaram em frente ao portão da universidade. O grupo reivindica melhores condições de moradias e suspensão do corte de auxílios. O reitor Josué Modesto dos Passos Subrinho, nega os cortes. Diz que tentou conversar com os alunos no último sábado, porém não foi ouvido.

Cortes - Os estudantes reivindicam, entre outros pontos, a anistia de todos os estudantes, brasileiros e estrangeiros que participam dos eventos de luta; garantia dos socorros estudantis além de outubro; garantia de socorro estudantil para 2017; abertura dos editais de reinserção; reabertura do edital de auxílio creche e abertura de edital para reavaliação Socioeconômica para os estrangeiros.

Ouvidos moucos - O Grupo “Tortura Nunca Mais” de Foz do Iguaçu manifestou total apoio aos estudantes  Unila que ocupam os prédios da Moradia Estudantil, do Edifício Almada e do Jardim Universitário. Segundo a nota, as ocupações acontecem após o esgotamento das negociações com a Reitoria.

Boataria – Porém, o reitor nega qualquer corte nos auxílios e afirma que os benefícios estão garantidos. Tudo não passa, segundo ele, de boato. 

Transporte clandestino - Durante audiência que discutiu as reivindicações de taxistas, mototaxistas e motoristas do transporte escolar, realizada na Câmara Municipal, os participantes apontaram que o  Foztrans conta com 12 fiscais. Porém, seis fiscais estariam trabalhando internamente.

Quadro completo - A direção do Foztrans se defende informando que tem 12 fiscais ao todo, sendo 11 atendendo no trânsito. O quadro estaria completo.

Greve do transporte coletivo - Sindicato dos Trabalhadores em Transportes Rodoviários de Foz Iguaçu faz comunicado de greve do transporte coletivo urbano a partir do dia 28 de junho. Os coletivos devem parar às 9h. A decisão, que atinge também as linhas internacionais e intermunicipais,  foi tomada em assembleia realizada no dia 15.      

Hermanas - O vereador Luis Queiroga (DEM) apresentou um projeto de lei que transforma Foz do Iguaçu em cidade irmã de Hernandarias no Paraguai. A proposta foi aprovada e sancionada pelo prefeito Reni Pereira. Lá como cá, a Câmara de Hernandarias aprovou lei similar.

Encontro positivo - O governador Beto Richa (PSDB) avaliou como positiva a reunião dos governadores com o presidente Michel Temer. No encontro os Estados em débito com o governo Federal conquistaram carência de dois anos para o pagamento das dívidas.

Fatura alta - Dados do Tesouro Nacional indicam que, no fim do ano passado, os estados deviam R$ 497 bilhões ao Governo Federal. Quase metade do valor é devido pelo estado de São Paulo. O Paraná deve R$ 11,8 bilhões dessa fatura.

Dívida fermentada - A perversidade do empréstimo é que o Estado tomou o dinheiro em 1999, originalmente em R$ 5,6 bilhões. De lá para cá, segundo o governador Beto Richa, o Paraná pagou R$ 14 bilhões e ainda deve R$ 9,5 bilhões.

Juro escorchante - A dívida é fermentada pelo juro. O  Paraná desembolsa R$ 95 milhões todo o mês para pagar parcelas da dívida que deve acabar em março de 2028. Porém, o juro cobrado representa R$ 80 milhões por mês.

Lucros dos bancos - Segundo o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) os cinco maiores bancos brasileiros somaram um lucro líquido de  R$ 60 bilhões em 2014.

Desemprego em alta - Segundo o IBGE, o desemprego no Brasil alcançou a maior taxa histórica. São 10,4 milhões de desempregados - ou seja, 10,2% dos trabalhadores estão fora do mercado de trabalho.

Maria da Penha - A Comissão de Constituição e Justiça da Câmara Federal deverá votar projeto que altera a Lei Maria da Penha  para permitir ao delegado de polícia aplicar medidas de proteção emergenciais à mulher vítima de violência ou a seus dependentes. A proposta será debatida pela comissão em audiência pública na terça-feira (21).

Lei Seca - De acordo com o Ministério da Saúde, o percentual de adultos que admitem ingerir bebida alcoólica e dirigir nas capitais brasileiras diminuiu 21,5%. De acordo com o levantamento, no ano passado, 5,5% da população das capitais declararam que dirigiam depois de ter bebido qualquer quantidade de álcool. Em 2012, esse número era de 7%. A Lei Seca completa, em 2016, oito anos de vigência.