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Transportadores podem transformar fila virtual em fila real

Cenário fictício – Não se engane com as filas de caminhões que, de um dia para o outro, aumentam e reduzem. Segundo o representante da Câmara Técnica de Infraestrutura do Codefoz, Edmilson Souza dos Santos, a fila virtual é de pelo menos 2.000 caminhões aguardando para entrar no pátio da estação aduaneira.

Fila virtual – Ele calcula que entre 600 e 700 caminhoneiros aguardam liberação no Paraguai e 1.200 nos pátios de postos e de transportadoras em Foz do Iguaçu. Outros 280 caminhões estão represados em Santa Helena e 365 em Guaira.

Demissões começaram - O setor emprega 2.800 pessoas em 302 transportadoras instaladas em Foz do Iguaçu. Pelo menos 120 trabalhadores foram demitidos após o início do protesto dos auditores fiscais. E novas demissões deverão ocorrer se o impasse entre servidores e governo não for resolvido.

Arrecadação menor – Segundo o transportador Edmilson Souza dos Santos, em 2015 as transportadoras movimentaram 18 bilhões de dólares na fronteira. A queda este ano é avaliada entre 25% e 30%. E a situação deve complicar ainda mais com a opção por outras aduanas, especialmente na Argentina e no Uruguai. Além dos empregos, arrecadação perdida.

Outro problema - Os transportadores, depois de vencer a greve dos auditores fiscais, terão que se preocupar com uma proposta da ANTT que pretende acabar com a figura do autônomo no transporte internacional.

Classe política - Contudo, os transportadores não culpam os auditores fiscais. Para a categoria a culpa da trava que compromete o setor produtivo, é dos políticos que não respondem os servidores públicos analisando, definitivamente, o PL 5864.    

Todos iguais -  Um caminhão utilizado pelo Provopar para a coleta de doações foi apreendido em uma blitz da Guarda Municipal. O veículo está com o pagamento do licenciamento em atraso.

Pagamento previsto - O pagamento dos servidores municipais deverá ser depositado na quinta-feira (6). Portanto, se tudo correr bem, disponível na sexta-feira (7).

Parcerias proibidas - Um projeto aprovado pelos vereadores de Foz do Iguaçu proíbe a Parceria Público-privada (PPP) na área da saúde, educação, cultura, segurança e assistência social. O projeto segue para sanção do Executivo.

PPP denunciada - A tentativa de promover uma PPP na área da saúde engrossou o caldo nas denúncias feitas contra o prefeito afastado Reni Pereira. Mais de 100 páginas do processo relatam os atos preparativos da proposta que foi anulada antes de ser concretizada.     

Carga tributária - A revisão da alíquota do Imposto Sobre Serviços de Qualquer Natureza- ISSQN para 2% e inclusão da opção pelo Simples Nacional das Faculdades e Escolas particulares voltou a ser debatida.

Cobrando promessa - Os temas fazem parte do pacote de promessas da Administração municipal quando reajustou as alíquotas do imposto. O tributo aumentou e, passado o período de sacrifício, as compensações não foram cumpridas. 

Bancada feminina – Pela primeira vez três mulheres ocupam cadeiras na Câmara Municipal. Com votações expressivas, Anice e Nanci Rafain Andreola já se apresentam para a disputa da presidência. Nanci larga na frente. Vai presidir a primeira sessão do legislativo.

Bancada evangélica – Os evangélicos ocupam 1/3 das cadeiras da Câmara Municipal. O governo começa a erguer escudos para conter ataques no que diz respeito alega que a folha do Estado aumentou 84,2% em cinco anos. No mesmo período a inflação foi de 49,1%.

Exploração fracking  - A Assembleia Legislativa do Paraná aprovou projeto de Emenda a Constituição para que as operações de extração do gás de xisto no Paraná só possam acontecer com a aprovação prévia do Legislativo.

Reforma eleitoral - Passou pela quarta sessão de discussão a Proposta de Emenda à Constituição que reforça a exigência de fidelidade partidária de políticos eleitos e extingue as coligações nas eleições proporcionais, além de estabelecer uma cláusula de barreira para os partidos políticos. Até aqui transcorreu apenas a metade do processo. Ainda tem muito para acontecer.