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A dura realidade da segunda divisão

O Operário Ferroviário vai ter tempo para se reestruturar e voltar forte para a Divisão de Elite do Futebol Paranaense. A primeira medida a ser tomada para um retorno digno deve ser a humildade, ingrediente que faltou para alguns diretores do clube após a conquista do título estadual no ano passado.

A partida amistosa marcada com a seleção amadora de Curitiba na próxima quinta-feira foi aprovada pelos torcedores e até por parte da crônica esportiva. Se o caminho a ser seguido for realmente este, é preciso pensar também nos torcedores e principalmente no sócio torcedor – afinal, eles representam dinheiro em caixa.

A partir de agora, o presidente do grupo Amigos do Operário, Álvaro Goes, quer colocar em prática todos aqueles projetos que almejava quando assumiu o clube e que não conseguiu por interferência direta do departamento de futebol. A concretização de tais projetos, bem como a modernização do estádio Germano Krüger, dependerá de algumas decisões importantes, como por exemplo a saída de Antonio Luiz Mikulis da diretoria para o retorno de empresários que deixaram o grupo em função de divergências com o atual diretor de futebol.

O velho ditado já diz que ‘amigos, amigos, negócios à parte’. O momento é de pensar no futuro do clube e se alguém tiver que abrir mão de algo para o engrandecimento do centenário Operário Ferroviário, que faça sem pensar muito.