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Arrogância + contratações equivocadas = rebaixamento

A queda do Operário Ferroviário não foi na partida contra o Foz. O rebaixamento era quase uma certeza em Vila Oficinas e para a torcida de Ponta Grossa. A teimosia de quem comanda o departamento de futebol, entenda-se Antonio Luiz Mikulis, somada às péssimas contratações, ajudaram empurrar o Fantasma para o buraco.

Mesmo sendo o presidente do Grupo Gestor, o empresário Álvaro Goes sempre foi voto vencido nas decisões sobre contratações de jogadores e treinadores, o que é inconcebível se analisarmos que ele foi o principal responsável pelo fomento de verba junto a patrocinadores e empresários.

Quando falo de arrogância, me refiro à maldita interferência do departamento de futebol nas contratações de Antonio Picoli e Claudemir Sturion… O que se praticava há 20 anos no futebol não se aplica nos dias atuais…

Agora é preciso juntar os cacos, reestruturar a diretoria e principalmente trazer de volta aquelas pessoas que sempre foram importantes para o Grupo Gestor e que optaram por sair em função da ‘arrogância’. Aos que nada somaram e não tem nada a oferecer, o melhor a se fazer é pegar o boné e deixar o cargo.

Os jogadores contribuíram grandemente para a derrocada e sabem que irão carregar o peso desta queda por um bom tempo. Mas para eles, os jogadores, é mais fácil, logo vão embora, jogar em outro clube e vida que segue. A ferida está aberta e dói mesmo é no torcedor que fica, para o clube que levou 103 anos para conquistar o primeiro título em um ano e caiu para a segundona no ano seguinte.