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Ficou barato para o Paysandu

(Foto: Diego Machado) - Ficou barato para o Paysandu
(Foto: Diego Machado)

Se o menino Lucas Batata não fizesse tanta firula quando teve várias oportunidades para marcar, o Operário teria vencido o Paysandu por pelo menos 3 a 0 pela Copa do Brasil. Não vamos aqui crucificar o jovem atacante pelo placar final de 1 a 0 para o Fantasma, mas um puxão de orelhas caberia bem pelo pecado do preciosismo por ele cometido.

A atuação do Operário foi de gala, o time se comportou taticamente dentro das expectativas do treinador Gerson Gusmão, que confirmou isso após a partida na entrevista coletiva. O torcedor vibrou com as descidas em velocidade do ala Alexsandro pela direita – aliás, ele teve participação decisiva no gol alvinegro. Lucas voltou a jogar aquele futebol vistoso que não praticava desde a Série D do Brasileirão.

A equipe foi um conjunto perfeito dentro de campo, destaque para a atuação do meia Washington que, além do golaço que fez, correu o tempo todo, se doando ao máximo durante o tempo que permaneceu em campo. O torcedor operariano deixou o Estádio Germano Krüger feliz da vida com a vitória, mas principalmente pela dedicação dos jogadores.

(Foto: Diego Machado)(Foto: Diego Machado)

Alguns pontos negativos marcaram este encontro. A arbitragem do catarinense Bráulio da Silva foi no mínimo desastrosa, para não dizer outra coisa. Ele foi absolutamente parcial, prejudicando por demais o Operário no início da partida, incluindo com a expulsão do zagueiro Sosa.

Outro aspecto que particularmente julguei negativo foi a pequena presença do torcedor na Vila – pouco mais de 3 mil pagantes.

A partida de volta será no dia 6 de julho em Belém (PA). Até lá, muita coisa poderá acontecer em Vila Oficinas, e que estes acontecimentos sejam positivos para a manutenção do bom futebol e a tranquilidade que hoje fazem parte do dia a dia no Germano Krüger e que o bom Lucas Batata faça menos firulas e mais gols.

(Foto: Diego Machado)(Foto: Diego Machado)