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Sem trabalho de base, não há futuro

(Foto: Diego Machado) - Sem trabalho de base, não há futuro
(Foto: Diego Machado)

Felizmente, a atual diretoria do Operário Ferroviário vem apostando no trabalho das categorias de base, fato que sempre foi ignorado pelos antigos mandatários. Sob o comando do empresário Álvaro Góes, o trabalho com as categorias inferiores sempre teve atenção diferenciada.

A escolinha do clube tem revelado atletas com qualidade. Thales e Juninho são algumas das preciosidades a serem lapidadas pelo técnico Gersinho. Se tem a pretensão de ser grande o Operário precisa seguir com esta filosofia de apostar nas categorias de base, investir um pouco mais para ter retorno na sequência.

(Foto: Diego Machado)(Foto: Diego Machado)

Vários aspectos positivos estão ligados ao trabalho de formação de atletas e alguns são fundamentais, como a deflação da folha salarial, o amor que o menino adquire ao vestir a camisa do clube que lhe deu a oportunidade e, principalmente, porque o garoto foi preparado para se adequar aos conceitos da entidade.

Não tem erro: clube que prioriza a formação de talentos sempre vai estar à frente de seus concorrentes.

(Foto: Diego Machado)(Foto: Diego Machado)

Claro que os resultados irão aparecer de médio a longo prazo. Mas para o Operário, que só deverá voltar à divisão de elite do futebol paranaense em 2018, o tempo é perfeito para colocar na vitrine outras preciosidades como João Vitor, Juninho e Thales, garotos da base e que já servem o time profissional.

 E por falar em trabalho de base, nunca é demais lembrar que o time Sub-15 do Operário conquistou o Torneio de Chiba no Japão.

(Foto: Divulgação)(Foto: Divulgação)