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Sinal amarelo piscando

Em dez dias, o Londrina perdeu 12 pontos. Seis no TJD (caso Germano) e seis para Rio Branco e Foz do Iguaçu. O comportamento do time mais parece uma gangorra. Um show contra o Coritiba (1x1) e vexame em Paranaguá. Superação, garra e comprometimento diante do Paraná Clube (1x0, gol de Wellisson) e outra atuação ridícula em Foz do Iguaçu. Um divã resolve? Vem aí o Atlético Paranaense, domingo, no VGD.

Sem ter bola de cristal, estou apostando que o Tubarão vai repetir as atuações que teve contra o Coxa e contra o Tricolor. E na sequência? Operário em Ponta Grossa. Mais um sobe-e-desce a torcida não vai aceitar. Muitos justificam falando em cansaço. Desculpa esfarrapada. Jogo de quarta e sábado não mata ninguém. E como vai ser no Brasileiro da Série B? Viagens longas (Belém, Maceió, Fortaleza...), muitas vezes dois jogos por semana.

O presente é o Estadual. E o Londrina não pode, pela tradição e pela história, ficar fora dos oito. Nem pensar. Dos 12 pontos que disputará (Atlético e J. Malucelli, em casa, e Operário e Maringá, fora), vai precisar de mais sete para chegar aos 14. Isto para ficar em sétimo ou oitavo. E não adianta ficar de olho no Pleno do TJD que irá julgar o recurso do LEC. São pontos praticamente irrecuperáveis. O jeito é buscar vaga na segunda fase, isto é, ficar entre os oito. Mata-mata é outro campeonato.

Foi assim que o interior faturou três títulos nos últimos anos: Paranavaí, Londrina e Operário.