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De olho no apito

Fim de semana “sem vergonha” para os times paranaenses. No Atlético Paranaense contra Mineiro, o árbitro Flávio Rodrigues de Souza usou dois critérios. Um para cada time. No fim das contas o critério que mais prejudicou ao time da casa favoreceu o empate. Logicamente alguns jogadores ficaram devendo. Quando André Lima saiu para a entrada de Walter, me pareceu que além da pontaria do Walter, a deficiência é de um jogador que arme jogadas no rubro-negro. Um meia de armação, de toque de bola, de passe.

O Coritiba construiu um resultado no primeiro tempo e cometeu o erro de segurar o placar mínimo e tomou a pressão que qualquer time que joga em casa imprime. Tomando o gol de empate, ainda seria um bom resultado, porque tratava-se de um time que fazia quase um ano que não perdia no Urbano Caldeira. Mas, outra vez a arbitragem acabou ajudando, quando o Ricardo Marques Ribeiro deu acréscimos “até fazer”. Não vou livrar de críticas um time que vencia e seguiu tentando garantir o empate. Não gosto de times medrosos, que acabam tomando o gol pela pressão, mesmo jogando melhor boa parte da partida. Foi o caso verde e branco.

Paraná Clube sem gols, sem vibração e com um ponto só até agora. Londrina é o único que pode ser considerado um bom resultado, pois empatou fora de casa contra o Goiás. Mas, saiu na frente e deixou o time verde goiano igualar o placar. Ainda sobre arbitragem, ela não prejudicou somente os times da Capital do Estado, porque o Grafite foi derrubado pela grama e o árbitro Jaílson Macedo de Freitas marcou pênalti para o Santa Cruz. Arrancou um pedaço do gramado de Volta Redonda e também dois pontos do tricolor das laranjeiras. Cuca (Palmeiras), Paulo Autuori (Atlético PR) e Gilson Kleina (Coritiba) foram expulsos de campo, porque exageraram na reclamação. Mas, os árbitros exageraram nos erros e não foram expulsos. Fique de olho no apito!