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Final européia de Madrid

O Real Madrid tem Cristiano Ronaldo em excelente fase há muitos anos, um dos melhores jogadores de futebol do planeta na história. Fez falta contra o City na Inglaterra e além dos 77% de participação dentro de campo nas jogadas de gol do clube, ele tem o carisma de astro que um clube precisa para chamar a atenção da mídia e dos zagueiros. O Manchester City reclama de suas jornadas cansativas, calendários que não ajudam um clube a chegar ao fim de uma Liga Dos Campeões inteiro fisicamente. Problema do futuro técnico do City, Pep Guardiola, para resolver com a Liga Inglesa.

O Atlético de Madrid é o time do “quase”. Simeone precisa tirar este estigma, que fez o clube perder para o seu rival de Madrid na final de 2014. Sombra de Barcelona e Real, o clube eliminou o Barça na Liga dos Campeões e chega com um pouco mais de moral e a experiência do “quase” bem recente e calejada. Imagino nas internas um jogador como o camisa 7 Antoine Griezmann dizendo: “agora chega de perder para o Real”.

A final da Liga dos Campeões deixa claro a liderança espanhola no futebol europeu. Das últimas dez finais, cinco tiveram clubes espanhóis. E nas cinco os campeões foram da Espanha, com o Barcelona conquistando quatro e Real um título. Em 2013 teve uma final totalmente alemã, com Bayern x Borussia. Em 2008 uma final totalmente inglesa com Manchester United x Chelsea. Agora os dois finalistas são espanhóis da cidade de Madrid. Vão jogar em campo neutro, O San Siro (Giuzeppe Meazza), na Itália. A fórmula espanhola sabe jogar uma final de Champions League. Vamos ver agora, qual a parte de Madrid vai levantar a taça.