21°
Máx
17°
Min

O bombeiro Coxa entra em cena outra vez...

Foto: Divulgação FoxSportsFoto: Divulgação FoxSports

Menos de 6 meses e um estrago considerável. Este foi o saldo de Gilson Kleina no Coritiba. Eliminado prematuramente e sem brilho da Primeira Liga, da Copa do Brasil e duas derrotas vergonhosas em clássicos, na decisão do Campeonato Paranaense. Enquanto neste meio tempo, caíam Cristóvão Borges (Atlético PR), Marcelo Oliveira (Palmeiras), Marcelo Martelotti (Santa Cruz), Eduardo Baptista (Fluminense), Aguirre (Galo), Gallo (Ponte), Hudson Coutinho (Figueirense), da Série A, a diretoria do Coxa banca a permanência de Kleina.

Ontem na Vila Capanema, quando a torcida já gritava pedindo a sua saída há 4 jogos e ontem pediu a saída inclusive do Presidente Bacellar, Kleina colocava seu cargo à disposição em caso de novo tropeço. E tropeçou mesmo, dando a chance da bola na marca da cal. Até a arbitragem ajudou na derrota, já que para mim aquele segundo pênalti encobria a visão do árbitro e ele não viu nada e apitou por osmose. Não foi absolutamente nada. Conspirações negativas para afirmar a má campanha do time. Para Gilson Kleina, se ele comprasse um circo ontem o Anão crescia enquanto a mulher barbada assinava contrato com a Gillette.

Desejo boa sorte ao Pachequinho, que mais uma vez contra o Corinthians assume o cargo de “bombeiro” no Coxa. Pela dedicação e competência de Pachequinho, efetivar o auxiliar seria uma boa saída, já que o próximo técnico vem para o clube e ficaria até a próxima ir da torcida.