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Seleção, como era no princípio

Foto: Lucas Figueiredo / CBF - Seleção, como era no princípio
Foto: Lucas Figueiredo / CBF

Tite vai encaminhando outra história no comando da seleção brasileira. O torcedor esquece um pouco os eventos negativos que culminaram com o placar de 7x1 na Copa do Mundo, da corrupção que afundou a entidade máxima do futebol brasileiro, voltamos a respirar um pouco mais como grande seleção de futebol que sempre fomos e agora contra a Venezuela, se continuar nesta pegada, mesmo sem Neymar eu posso cravar o Brasil com uma vitória de forma natural, como era no princípio, agora em mente, o Brasil voltou a jogar bola.

O Tite não falou exatamente sobre o forçado cartão amarelo e nem precisava. Todo mundo que acompanha as eliminatórias sacou que o Neymar precisava zerar seus cartões para jogar contra a Argentina. Imagine contra a Venezuela, tomar um cartão e ficar suspenso contra o time de Messi? Nem pensar. Se você notar, Neymar só se irritou até tomar o cartão e depois se comportou como há tempos não víamos. Outro mérito do técnico Tite, que faz a seleção jogar melhor e tranquiliza o atacante, que antes se irritava pelos fracos desempenhos da seleção de Dunga, que vamos combinar, irritava geral! Tite fez toda a cena na coletiva de imprensa, dizendo que a falta é do jogo, que o cartão foi resultado do jogo duro que a Bolívia impôs e blá blá blá e blá blá blá, mas não precisa desenhar para que a gente entenda. Neymar vai jogar contra a Argentina e está garantido. Mesmo William fazendo uma função que não é muito a dele, o time deve passar pela Venezuela. Se isso não acontecer, a torcida já vai lembrar do rapaz bem vestido, batendo na cobertura do banco de reservas, sem fazer nada que realmente servisse para o que estava acontecendo dentro de campo. Temos que ficaram num passado que não queremos nunca mais fazer voltar.