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... e não falta mais nada: É HOJE!

É HOJE que o Brasil se livrará de Dilma Rousseff, o chefe de Estado mais ruinoso da história; da organização criminosa travestida de partido político que o sustenta e de Lula, o líder populista que personifica a fraude do milênio: apresentava-se como guardião da moral e da ética e se revelou o chefe da quadrilha que provocou o maior assalto aos cofres públicos de que se tem registro.

A votação do Senado que decidirá pelo afastamento de Dilma para ser julgada por crime de responsabilidade terá início às 9 horas e será concluída à noite. Dilma é acusada de violar a Constituição e a Lei de Responsabilidade Fiscal ao recorrer a bancos públicos para financiar programas sociais e remanejar recursos do Orçamento sem autorização Legislativa. Suas contas de 2014 foram rejeitadas por unanimidade pelo TCU e os vícios detectados naquela prestação tiveram continuidade em 2015. As contas de 2015 deverão ser julgadas em junho e o procurador responsável por sua análise recomenda que sejam novamente desaprovadas.

Dilma será afastada provisoriamente do cargo, mas não voltará. E não é preciso ser profeta para fazer tal previsão: a entrada em cena do vice Michel Temer reanimará a nação, os investidores e o mercado, que não vislumbram em Dilma a menor possibilidade de tirar o Brasil na pior e mais duradoura crise econômica da história. Crise pela qual ela, seu antecessor e o PT são responsáveis.

Crise que Dilma, Lula e o PT atribuem à oposição, assim como negam que ela tenha cometido crime de responsabilidade. Assim como negam que o partido e vários de seus líderes tenham cometido qualquer crime, mesmo que condenados pelo STF e pelo juiz federal Sérgio Moro, responsável pelos processos da Lava Jato.

Dilma vai para o exílio dourado do Palácio da Alvorada, onde terá assessores, serviçais e mordomia à sua disposição. E lá ficará até o final do julgamento, fazendo do palácio seu “bunker de resistência” para denunciar ser vítima de um “golpe”. Enquanto isso, Lula estará cada vez mais enredado com a Justiça, que o investiga em várias frentes. A contundência das acusações que recaem sobre ela permite prever que ele não assistirá em liberdade ao final do julgamento de sua criatura.

Criatura que ele apresentou ao país como o suprassumo da eficiência administrativa – a “gerentona” -, mas que atirou o país a um poço profundo, cuja profundidade aumentou a cada dia em que ela esteve no poder.

Esse drama irá acabar hoje. A partir de amanhã e sob o comando de Temer, o Brasil começará a escalar a colossal parede desse poço. Qualquer movimento em falso, e seremos arremessados novamente para baixo.

O legado do PT é sombrio.

Acompanhe José Pedriali