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A ordem é destruir, destruir, destruir!

Depois de serem apeados do poder, que imaginavam desfrutar para sempre, petistas e seus cúmplices – sindicalistas, a gentalha da ONU et caterva – seguem à risca a ordem de destruir o que encontrarem pela frente, sem deixar pedra sobre pedra.

É a única alternativa que apresentam ao país, que destruíram para atender a seu projeto político: impedir sua reconstrução e causar ainda maior sofrimento aos que sofrem em consequência do descalabro econômico provocado pelo desgoverno petista.

A selvageria que demonstram ontem na Praça dos Três Poderes, enfrentando a polícia, invadindo e depredando o MEC, virando e incendiando carros e atirando coquetéis molotov, foi o ápice da campanha de destruição lançada pelo PT após a destituição, por justa causa, de Dilma - a Vana (vã,vazia, oca).

Cerca de 10 mil pelegos foram recrutados (por quem? Com que dinheiro?) para tumultuar o Congresso, que está na iminência de votar a PEC que estabelece um teto para os gastos públicos (indispensável ao equilíbrio das finanças arrombadas pelo PT).

E aí, fiel ao script – o mesmo de sempre – a petezada do Senado e da Câmara convoca a imprensa para apontar a “truculência” da polícia.

É nauseante!

(Lembrar é preciso: milhões foram às ruas pedir o impeachment de Dilma em várias manifestações: não houve depredação, agressão, nada! Em contraponto com o que assistimos hoje, é a civilização versus a barbárie petista!)

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