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Dilma, a rainha louca, quer entregar a coroa a um fugitivo da Justiça

Maria Francisca Isabel Josefa Antônia Gertrudes Rita Joana de Bragança (1734-1816) governou Portugal – e consequentemente o Brasil -, durante 39 anos, refugiando-se com sua família no Rio de Janeiro para não permitir que Napoleão se assenhorasse do trono lusitano.

Seu filho D. João VI era o regente do trono. Ela morreu logo ao chegar, e quando chegou estava no estágio final da loucura que a inutilizara durante 24 anos.

Os portugueses a reverenciam como Maria I de Portugal. Os brasileiros, sempre irreverentes, a associam explicitamente à doença – aqui é Maria, a Rainha Louca.

O Brasil é presidido (teoricamente) por Dilma Rousseff, que transformou sua condição de presidente da República eleita em “rainha da Inglaterra”, aquela que não manda nada, e está na iminência de formalizar essa condição ao nomear seu mentor e tutor Lula para um superministério.

Lula será, de fato, o governante, com duas agravantes: sua posse equivalerá a um golpe de estado à brasileira, pois ele assumirá a condução de um governo à revelia do eleitor – que indicou Dilma para o cargo. E, mais grave ainda, tomará as rédeas do governo para fugir de um pedido de prisão preventiva e tirar do juiz Sérgio Moro, que comanda a Lava Jato, o poder de investigá-lo. Lula é acusado de vários crimes, que se resumem em roubar os cofres públicos. O cargo lhe dará foro privilegiado e, nessa condição, compete ao STF conduzir as investigações sobre ele.

A manobra é espúria, afrontosa e vexaminosa, pois atesta a culpabilidade de Lula e a incompetência gerencial de Dilma, que levou o país a um estado ruinoso, enfrenta um processo de impeachment – que as manifestações de domingo intensificam – e é julgada por crimes eleitorais no TSE.

E, mais ainda, desnuda sua insanidade mental, pois só alguém sem juízo poderia conceber e, principalmente, realizar essa jogada vil, que apronduará a crise, tornando seu desfecho imprevisível. A única coisa possível de se prever é que o Brasil sairá profundamente ferido. A impossibilidade de concluir uma frase sintaticamente correta e lógica são sintomas dessa anomalia.

Portugal não teve o infortúnio de ser governado novamente por um rainha louca. O Brasil está sob o comando alucinado de Dilma, Lula e do PT - o triunvirato da desonra!

Salve-se quem puder, opá!

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