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Dilma e Lula ladram. E a caravana da esperança passa

Lula e Dilma estão em campanha desesperada país afora. Dilma para tentar voltar ao poder; Lula para dissociar-se de Dilma e viabilizar-se candidato à presidência em 2018 (se o juiz Sergio Moro deixar...). Em recente entrevista ao francês Libération e esta foi apenas uma de suas investidas contra sua criatura - Lula responsabilizou Dilma pelo aumento do desemprego. Muy amigo...

Ambos utilizam-se das mesmas ferramentas: o ataque ao presidente em exercício Michel Temer e ao processo de impeachment. Processo que Dilma compara à ação de “fungos e parasitas”, por ser velado, destinando a árvore ao mesmo fim que sob os golpes de um machado.

Dilma e Lula agem em relação a esse período de transição como um machado sem fio, na esperança vã de interromper o processo de impeachment que, ao mesmo tempo em que os apeou do poder, deflagrou o esforço de reconstrução do país que espoliaram durante 13 anos, quatro meses e 12 dias.

Esforço comandado por Temer e que se reflete na melhora dos indicadores econômicos e da confiança crescente de empresários, agentes econômicos e população em geral na retomada do crescimento. E contenção, primeiro, e recuo em seguida do clamoroso índice de desemprego, uma das heranças malditas e cruéis de Lula e Dilma.

A projeção da inflação e do desempenho do PIB melhora semana após semana – e só fazem dois meses que Temer assumiu. A previsão do FMI divulgada hoje sobre o PIB deste ano (recuo menor do que o previsto) e do ano que vem (ligeira expansão, ao contrário da estagnação esperada) atestam a vitalidade desta árvore.

Lula e Dilma ladram – e sempre para a mesma plateia, diminuta, aliciada e alienada. Enquanto isso, a caravana da esperança passa, levando mais e mais passageiros.

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