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Dilma vai ao Supremo contra restrição a viagens e mordomias. É o fim da picada!

Inconformada com a decisão do Palácio do Planalto de restringir o uso de avião oficial somente para seus deslocamentos a Porto Alegre, onde tem residência, limitar sua hospedagem ao Palácio da Alvorada - vedando assim a Granja do Torto -, o número de assessores e o cartão de aprovisionamento somente a ela, e a mais ninguém, a president@ afastada mandou o advogado-geral do Dilmão, José Eduardo Cardozo, bater às portas do STF e do Senado.

Alegação : as restrições impostas por Temer visam a "constranger a defesa" de Dilma (snif! snif!)

Foi o presidente do Senado, Renan Calheiros, que autorizou a orgia de gastos, mas a Casa Civil da Presidência resolveu dar um chega pra lá na Festa de Babette que Dilma estava promovendo "diuturna e noturnamente" no Alvorada - gastando nas três semanas em que está "exilada" nesta masmorra cerca de R$ 60 mil em comes e bebes.

O uso do avião, lembra a Casa Civil, é autorizado somente em compromissos oficiais - o que Dilma não cumpre mais desde que se afastou da presidência. Foram-lhe autorizadas duas viagens, que ela havia agendado antes de deixar o Planalto - Belo Horizonte, para se queixar a blogueiros financiados pelo PT da dor que sentia por ser vítima de um "golpe", e ao Rio, onde fez o mesmo, a um grupo de mulheres. Acabou a mamata!

Dilma ficou sem o avião, mas terá 11 seguranças com cinco veículos à disposição para quando quiser viajar para criticar Temer, o Cruel.

E é com esses seguranças e carros que ela fez ontem sua primeira viagem como deserdada dos regabofes sem limites. E por que não de avião de carreira? Elementar, meu caro Watson: é para evitar ser vaiada, uai!

Além de recorrer ao STF e ao Senado contra a decisão de Temer, Cardozo enviou ao Planalto uma nota em que responsabiliza o presidente em exercício "por qualquer situação que viole a segurança" de Dilma. Ameaça ou chantagem? Ou simples petulância?

A desfaçatez de Dilma e de seu advogado trapalhão - ele não ganha uma! - inspira a paródia da marchinha mais conhecida do Carnaval:

Temer eu quero, Temer eu quero

Temer, eu quero voar

Dá o avião, dá o avião

Dá o avião pro Dilmão te criticar

Anota, Dudu: nada de busão

Pega o cartão e vá torrar no meu contão

Tenho uma gana de tomar champanha

Pede nota falsa, quem sabe a gente engana!


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