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E nos livramos de mais um estrupício: Waldir Maranhão

E lá se foi Waldir Maranhão. Ele entregou ontem à noite a presidência da Câmara, que exercia interinamente, a Rodrigo Maia, assim que o placar eletrônico apontou a vitória acachapante do democrata sobre Rogério Rosso.

Maranhão não deixará saudade, mas dificilmente - assim espero! - alguém conseguirá superá-lo no quesito estrupício. Pois ele foi o presidente da Câmara mais atabalhoado, incompetente, sabujo, medíocre, trapalhão, etc. de que tenho notícia.

A saída de Maranhão foi precedida da renúncia de Eduardo Cunha à presidência da Câmara, da qual fora afastado pelo STF. Embora continue lutando por seu mandato, Cunha é outro estrupício de que nos livramos. Este, um estrupício maquiavélico, inteligente, sorrateiro quando necessário, truculento idem.

Também nos livramos temporariamente de outro enrosco, o maior de todos, que é Dilma Rousseff, a Mulher Mandioca, a presidenta sapiens, a "honesta", a isso e mais aquilo lançou o Brasil numa das mais agudas crises política, econômica, administrativa e moral (ela divide esse quesito com seu mentor Lula e com o PT) da história.

Seu julgamento final está previsto para agosto. Que suma de vez e vá abrir em Porto Alegre ou no Cafundó do Judas uma lojinha de R$ 9,99.

A experiência de falir uma de R$ 1,99 - empreendimento impraticável hoje devido à disparada da inflação provocada por ela - serviu-lhe para levar o Brasil ao fundo do poço.

Ou talvez ela decida por em prática sua ideia mais luminosa: estocar vento!

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