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Gleisi e Requião, os traidores do Paraná

Oitenta por cento dos paranaenses defendiam o afastamento de Dilma Rousseff da presidência, coeficiente que foi obedecido por seus repressentantes na Câmara dos Deputados e desrespeitado no Senado: dois dos três senadores votaram pelo “não.

São eles a petista Gleisi Hoffmann e o peemedebista Roberto Requião. Alvaro Dias, do PV, votou "sim".

“A soldada do Planalto” Gleisi se destacou entre os três patetas governistas que tentaram de todas as formas tumultuar a votação. Além do ridículo e afrontoso paletozinho vermelho, cor de seu partido, Gleisi abusou das “questões de ordem” e fez de seu discurso na tribunal mero enumerado dos postulados mais recorrentes e malandros do PT. Chegou ao ponto de repetir, pois já o fizera na comissão especial que julgou o pedido de impeachment, que Dilma estava sendo condenada por sua condição de mulher.

Os outros dois integrantes do trio foram a comunista Vanessa Grazzotin, radical até no modo de olhar, e o petista Lindbergh Farias – o ex-cara-pintada que se converteu num ferrenho defensor do indefensável. Os três haviam protagonizado dois dias antes um vexame histórico ao desfilarem na Praça dos Três Poderes comemorando a anulação da sessão da Câmara que aprovou o julgamento de Dilma, ato revogado menos de 12 horas depois por seu autor, o (use-se o pejorativo que quiser) Waldir Maranhão.

Requião, por sua vez, vituperou contra a "monumental asneira do impeachment", recorrendo, assim, à truculência verbal de sempre. O único erro de Dilma, segundo ele, foi "aplicar soluções propostas por Aécio Neves na campanha de 2014". E acusou, apelando para a mesma tática petista de desvirtuar a verdade: “O governo da Dilma é o governo do arrocho fiscal prometido pelo PSDB na campanha eleitoral".

Gleisi e Requião merecem, portanto, o título de traidores do estado que representam.

Acompanhe José Pedriali