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Gleisi Hoffmann, a freguesa dileta dos delatores. Tadinha!

Coitada, não dão trégua aela!

A senadora petista Gleisi Hoffmann gastou uma grana preta para moldar seu rosto e outros atributos físicos conforme seus gostos estéticos, mas não há dinheiro que salve sua imagem das delações que a envolvem e ao companheiro Paulo Bernardo com recursos ilícitos que irrigaram suas contas e a campanha dela.

O primeiro da série dos delatores foi o ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa, segundo quem Bernardo pediu – e foi atendido – R$ 1 milhão para a campanha dela. O dinheiro teve origem no esquema criminoso da Petrobras.

O segundo foi o doleiro Alberto Youssef, parceiro de Costa. Ele confirmou a doação e deu detalhes de como foi entregue. Há divergências, no entanto, sobre o modus operandi. Nesse quesito, a versão dele não bate com a de Costa.

ex-vereador petista Alexandre Romano, o Chambinho, delatou o esquema de desvio de recursos do Ministério do Planejamento, via empresa Consist, quando comandado por Bernardo,e dos Correios, quando o mesmo Bernardo era o ministro das Comunicações. O esquema envolvia um escritório de advocacia de Curitiba, no qual os investigadores da Lava Jato encontraram uma planilha de repasses a Gleisi (até multa de trânsito foi paga com dinheiro sujo).

E eis que entra em cena Delcídio do Amaral, ex-líder do governo no Senado, que avaliza o envolvimento do nobre casal com a Consist – segundo ele, desde quando ambos eram secretários do governo petista do Mato Grosso do Sul.

As delações são, portanto, CONSISTentes. Pobre Gleisinha, tão bonitinha e tão encrencada, oque a faz meritória do título de “soldada do Planalto”, que conquistou por sua defesa ardorosa do PT e do seu desgoverno.

Afinal,diga-me quem defendes, e direi quem tu és!


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