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Libertas quae sera Temer!

Empossado na semana passada, Michel Temer assumiu hoje, de fato, a presidência da República, ao presidir o desfile do Sete de Setembro. Sua posse foi seguida de uma viagem oficial à China, encerrada ontem, quando (finalmente) a presidente deposta Dilma Rousseff deixou (aleluia!) o Palácio do Planalto para incorporar definitivamente o que sempre foi – a nulidade das nulidades!

Temer é o segundo desde a redemocratização a ocupar a presidência após a destituição do titular, e tal qual o anterior, Itamar Franco, é rejeitado pela maioria da população. Itamar concluiu o mandato respeitado e admirado, graças a seu comportamento comedido, lisura e implantação do Plano Real, que semeou a retomada do desenvolvimento – processo erodido por Lula e implodido por Dilma.

Comedimento é a marca registrada de Temer. E ele não consta de nenhuma das miríades de frentes de investigação por corrupção – é, quando muito, citado por ter pedido ajuda financeira a empresas envolvidas na Lava Jato para candidatos de seu partido, e isso não é de forma alguma crime. Crime é exigir propina disfarçada de contribuição eleitoral por essa ou aquela “ajudinha”, como fizeram o PT e os oligarcas do PMDB.

Resta, portanto, para seguir a trajetória de Itamar, que retire o Brasil do atoleiro econômico em que o lulopetismo o meteu. Temer tem manifestado disposição e conta com força política para empreendimento de tamanha envergadura. O tempo dirá se vai atingir esse objetivo.

A reconstrução econômica é apenas um dos desafios de Temer. Se ela ocorrer, ele terá seu lugar no panteão dos estadistas. E se vier acompanhada de uma profunda reforma política, será sua consagração.

Este é o primeiro Sete de Setembro em que o Brasil se vê livre do PT, organização criminosa que o iludiu, ameaçou e saqueou durante 13 anos. Liberdade, enfim!

Libertas quae sera Temer: liberdade, ainda que com Temer!

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