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Mentira "for exportation". Para inglês, francês e espanhol verem

O PT editou uma cartilha em quatro idiomas para enviar a jornais estrangeiros com o objetivo de denunciar a “caçada judicial ao ex-presidennte Lula” e apresentar as linhas mestras de sua defesa, que nada mais são do que as mentiras insistentemente repetidas por Lula e os petistas.

Reconheça-se, no entanto, o mérito da iniciativa: o PT acaba de lançar um novo produto for exportation: a mentira. Para inglês, espanhol, francês e quem mais quiser ver (o quarto idioma é o português, que, aliás, o ex-presidente domina tão bem...)

O título poderia ser ainda mais preciso se fosse “The hunt of the most honest man in the world”: “A caçada ao homem mais honesto do mundo”. Mas a modéstia - outro apanágio de Lula e do PT - devem tê-los desestimulado.

Eis uma amostra-grátis do produto:

O PT lançou uma cartilha para defesa internacional do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Sob o título de "'A Caçada Judicial ao Ex-presidente Lula", tem tiragem de 5.000 exemplares, sendo mil deles em língua estrangeira –francês, inglês e espanhol– para envio aos principais jornais do exterior.

A medida faz parte de uma ofensiva internacional já iniciada pelo partido. Em julho, a defesa de Lula havia recorrido ao Comitê de Direitos Humanos da ONU contra o juiz Sergio Moro, acusando-o de violar direitos. A condução coercitiva do ex-presidente e a interceptação telefônica dele com outros políticos –inclusive a presidente afastada, Dilma Rousseff– foram pontos da petição.

O texto diz que Lula é alvo "da mais violenta campanha de difamação contra um homem público em toda a história do país".

"Agentes partidarizados do Estado, no Ministério Público, na Polícia Federal, e no Poder Judiciário, mobilizaram-se com objetivo de encontrar um crime –qualquer um– para acusar Lula e levá-lo aos tribunais."

A cartilha menciona o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, e o juiz Sergio Moro como participantes de um tiro ao alvo judicial contra Lula. Cita ainda o ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Gilmar Mendes. Diz que Lula teve 12 direitos violados, incluindo o de ir e vir.

Usa expressões como arbitrariedade, sequestro, abuso de autoridade, violência e difamação para descrever a atuação da força-tarefa da Operação Lava Jato, insistindo na tese de que essa é uma tentativa de impedir a volta do ex-presidente ao poder.

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