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O petralha volta ao cargo. Começa a reconquista do poder!

Ricardo Mello foi reconduzido ao cargo de presidente da Empresa Brasileira de Comunicação (EBC) por decisão liminar do ministro Dias Toffoli.

Nomeado uma semana antes do afastamento de Dilma para um mandato de quatro anos, foi um dos primeiros a ser exonerado pelo presidente interino Michel Temer.

Mello é um petralha convicto – se é filiado ao partido, não sei; e não é necessário ser filiado ao PT para ser petralha: basta, como ele, apoiar todos os métodos, todas as ações praticadas pelo partido e, é claro, condenador todos os métodos, todas as ações de seus opositores, considerados criminosos mesmo com todas as provas em contrário.

Era colunista da Folha de S.Paulo antes de chegar à EBC, na condição de diretor de conteúdo. Começou a militância política como trotskista.

Na ausência dele, a EBC abandonou o esdrúxulo “presidenta” para se referir a Dilma. Bastou o chefete voltar, o que aconteceu quinta-feira, e lá está, nos textos da Agência Brasil, subordinada à EBC, a cacofonia “presidenta”.

O petralha volta ao poder: começa a reconquista, companheirada!

E o dito cujo nem se avexa de participar do governo Temer, que seus companheiros, de punho erguido, xingam de “golpista”!

Onde está, afinal, a dignidade? Se os petistas, petralhas e afins com cargos no governo tivessem essa virtude, teriam pedido demissão. E jamais aceitariam voltar, se convidados. Menos ainda recorrer à Justiça para reaver a boquinha.

Acompanhe José Pedriali