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O último ato de Dilma no Alvorada: ela mandou matar seu cão

Se você teve o infortúnio de acompanhar a propaganda política de Dilma Rousseff em 2014, consagrada como o maior calote eleitoral da história, certamente viu a presidente passeando nos jardins do Palácio da Alvorada com seu cão Nêgo, um labrador que herdou de José Dirceu quando o “herói do povo brasileiro” teve de deixar a mansão reservada aos chefes da Casa Civil por causa do escândalo do mensalão. Dilma o substituiu, ganhou a casa e o cão.

O presente foi muito útil para Dilma, pois permitiu passar a mensagem de que, se ela era rude com os humanos, era a melhor amiga dos cães.

E Nêgo ganhou fama: além de companheiro da president@, talvez o único ser a quem ela dispensava carinho, dois de seus rebentos foram adotados pelo casal Gleisi Hoffmann e Paulo Bernardo. Que, no auge da glória, chamaram a imprensa para registrar o feito. Nêgo é o pai dos cãezinhos, mas não tem culpa alguma se seus filhos incorporaram-se à vida do casal, que a realidade revelou ser o oposto do que dizia ser...

Também não tem culpa de ter sido adotado por Dirceu, padrinho do mensalão e do petrolão (o pai todos sabemos quem é, e logo logo o juiz Sergio Moro vai acusa-lo). E menos ainda por ter fico ao lado de Dilma, a “presidenta inocenta” que arruinou o país.

O cachorro foi mantido no Alvorada até o despejo de Dilma. Ela voltou para Porto Alegre (que tem tudo para perder essa característica enquanto a ex-president@ se mantiver ali), mas negou-se a levar Nêgo consigo. Alegou que, aos 14 anos, o bicho não resistiria ao trauma da mudança.

Afinal, ele não tinha mais utilidade mesmo, pois ninguém – ninguém – vai se interessar em fotografar Dilma, a cassada, ao lado de um cachorro velho. Perdera a utilidade, não havia espaço para ele nos quatro caminhões que Dilma despachou para Porto Alegre, muito menos em seu coração.

A assessoria de Dilma informou que ela o entregou a “uma amiga”. Mas era mentira – mais uma mentira da madame e sua equipe: por ordem dela, Nêgo foi sacrificado!

A informação é do colunista Claudio Humberto, do Diário do Poder.

Abstenho-me de comentá-la, registrando apenas que o pobre Nêgo teve, apesar das mordomias, uma vida de cão. E morreu como tal.

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