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Os mentirosos foram silenciados. Por ordem de Moro

O juiz Sergio Moro libertou ontem o casal de marqueteiros Monica e João Santana, responsáveis pelo script do maior calote eleitoral da história, que foi a reeleição de Dilma Rousseff. Ambos estavam a serviço do PT desde a reeleição de Lula, em 2006. Dez anos, portanto, de serviços prestados ao partido político que se revelou uma organização criminosa. Ou uma organização criminosa que se disfarçou de partido político, tanto faz.

Monica e Santana ficaram presos cinco meses em Curitiba em decorrência da 23ª fase da Lava Jato, intitulada Acarajé. Eles confessaram ter recebido do PT, por meio de empresas que participaram do Petrolão, milhões de dólares desviados da Petrobrás por serviços “não contabilizados”.

O casal foi solto após fazer delação premiada. O teor da delação é mantido em sigilo.

Ao libertar os marqueteiros, Moro os recriminou por relativizarem o crime de caixa 2 (“todo mundo faz”, disse Monica), impôs fiança de R$ 31,5 milhões (garantidos pelos bens bloqueados pela Justiça), confiscou seus passaportes e determinou que não façam campanha eleitoral até segunda ordem.

Assim - e para o bem geral da Nação - ficaremos livres, por enquanto pelo menos, da dupla que se especializou em escrever mentiras a serem contadas por Lula e Dilma.

A próxima etapa é nos livrarmos dos contadores de mentiras...

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