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Penúltimo ato de uma agonia

Dilma Rousseff deverá ser “pronunciada” ré pelo Senado, salvo acidente de graves proporções e consequências.A sessão deve começar às 9 e se estender até amanhã de manhã.

E se acidente houver, não será o Senado o responsável, e sim a Justiça, caso acolha o pedido tresloucado de petistas para adiar a sessão.

A decisão dos senadores está tomada, faltando apenas consumá-la. Quantos votarão para submeter Dilma à fase final do julgamento? O placar de hoje – quando basta maioria simples - será o prelúdio do juízo final: avassalador.

A “pronúncia” da presidente@ afastada é penúltimo ato de uma agonia que se manifesta desde dezembro do ano passado, quando o pedido de impeachment foi aceito pela Câmara e teve seu rito alterado pelo STF e condução tumultuada por todo tipo de manobra política e jurídica. E por uma implacável campanha de desinformação e ameaças conduzida pelo PT e seu líder Lula.

A agonia é consequência da insalubridade manifestada por Dilma desde seu primeiro mandato, que se tornou aguda no segundo e foi sublimada pela conduta criminosa de seu partido.

Após a votação de hoje, Dilma e seu séquito, cada vez menos numeroso e cada vez mais desiludido com a possibilidade de impedir o desfecho desejado pela maioria dos brasileiros, devem iniciar os preparativos do sepultamento.

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