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Primeiro ato de um enterro macabro

A Câmara dos Deputados acatou, por 367 votos, o pedido de impeachment da presidente Dilma Rousseff, que, assim, será submetida – salvo acidente de percurso – a julgamento pelo Senado.

A decisão da Câmara é o primeiro ato de um enterro macabro, pois o defunto está insepulto e apodrecendo em público há muito, muito tempo. Um defunto que aterroriza a Nação com sua presença, com seus atos desastrosos, com sua fala ameaçadora.

Dilma Rousseff morreu – e com ela seu mentor Lula e seu partido PT – no momento em que obteve a reeleição. Pois essa conquista foi à custa do maior estelionato eleitoral de que se tem notícia e, pior, do assalto às finanças públicas para a obtenção desse objetivo de poder. Foi, então, que a Nação se deu conta de ter sido enganada, traída, zombada. E assaltada!

Dilma é a personificação de uma fraude colossal – e histórica. Ela jamais correspondeu ao que dizia dela seu mentor: a “gerentona” revelou-se um desastre administrativo, um desastre político, um desastre econômico. Dilma fez pó de conquistas sociais e econômicas obtidas a duras penas por uma geração e, por turrice, ideologismo e má-fé – e sempre aplaudida pelo PT -, afundou o país numa crise de proporções ciclópicas.

Dilma é a fraude, Lula é a fraude, o PT é a fraude. Os três demonstram ser exatamente o oposto do que diziam ser: ineptos administrativamente, inescrupulosos, saqueadores dos cofres públicos.

A decisão da Câmara é o primeiro ato de um sepultamento macabro, pois o defunto apodrecerá ainda mais tempo à vista e aos sentidos de todos. Dilma continuará no cargo, porém afastada, até a decisão final do Senado. Que, se prevalecer a Justiça – pois estão mais que fundamentados os crimes de responsabilidade pelos quais a ainda presidente@ é acusada -, votará por seu afastamento.

E o defunto e seu mentor Lula e seus aliados petistas & afins continuarão a aterrorizar a nação com ameaças de todo tipo. Já anunciaram que usarão o Palácio da Alvorada, no qual Dilma continuará sendo velada até o ato final de seu féretro, como uma trincheira de resistência. Da qual ordenarão a seus militantes fanáticos e capachos dos sindicatos e “organizações sociais” que tumultuem a vida nacional. Destruíram o país e informam que lutarão impedir sua reconstrução.

Porém, quanto mais nos ameaçarem, em correspondência à índole criminosa que demonstraram fartamente – ao mentir, ameaçar, tripudiar as leis e a ordem e promover o maior saque aos cofres da história – mais rejeição terão da opinião pública. Opinião que, finalmente, venceu o medo e se rebelou contra seus algozes.

Dilma, Lula e o PT protagonizam um dos momentos mais tenebrosos da história brasileira. Escreveram hoje, à revelia, mais um capítulo da desonra que protagonizam. Continuarão a nos assombrar. Mas o último ato do sepultamento desse cadáver de três cabeças foi decidido esta noite – e é irreversível.

O país ainda vai sofrer. Mas se livrará – para o bem dessa e das futuras gerações – da organização criminosa que se travestiu de partido político para fazê-lo refém de seus crimes durante 13 anos, três meses e 17 dias.

A história não os poupará!

Tchau, queridos!

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