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Saldo da "vaquinha" garante autoexílio de Dilma

Dilma Rousseff pretende passar oito meses fora do país após ser afastada da presidência (desfecho óbvio e ululante do processo de impeachment a que é submetida).

A revelação é de Monica Bergamo, da Folha de S.Paulo, que, no entanto, não revela o motivo da decisão da “presidenta inocenta”, como a qualificou a senadora Vanessa Grazziotin.

Mas informa também que Chile e Uruguai são suas prioridades, “pela identidade com esses lugares, mas também pela proximidade do Brasil.”.

É uma pena, pois poderia escolher, por exemplo, o Tadjiquistão, ou mesmo a terra de seus ancestrais, a Bulgária – assim manteria do país que arruinou uma distância mais confortável.

Distante ou longe, a ameaça continuará latente, pois, segundo a colunista da Folha, encerrado o autoexílio Dilma se instalará em Porto Alegre ao lado da filha e dos netos. Que tal abrir uma lojinha de R$ 9,99, já que uma de R$ 1,99 - sua única e malsucedida passagem pela iniciativa privada - está inviabilizada pela inflação que o seu desgoverno plantou?

“Vaquinha”

Seja no exterior, seja no Brasil, o conforto da fase pós-presidencial de Dilma Rousseff está garantido: resta ainda uma boa bolada dos R$ 750 mil arrecadados com a “vaquinha” destinada a financiar suas viagens internas para denunciar e conter o “golpe” da qual se diz vítima.

Desde que teve à disposição essa pequena fortuna, Dilma fez apenas quatro - e infrutíferas - viagens, a um custo médio de R$ 50 mil cada. Essa despesa se refere ao pagamento do jatinho; se ela gastou em hospedagem e refeição foi coisa pouca, pois seus deslocamentos foram no sistema vapt-vupt.

Se, no entanto, faltar grana para curtir seu autoexílio ou instalar a lojinha de R$ 9,99 em Porto Alegre, sempre haverá quem promova outra “vaquinha” para ajudar a "presidenta inocenta".

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