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Com afastamento de Eduardo Cunha, aliados e peemedebistas temem saída de Renan

A decisão do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Teori Zavaski, relator da Operação Lava Jato, pelo afastamento do mandado de deputado federal de Eduardo Cunha, e consequentemente da presidência da Câmara, caiu como uma bomba no ninho do PMDB. Um peemedebista da cúpula do partido afirma que o receio agora é pelo afastamento de Renan Calheiros, presidente do Senado Federal. 

"As acusações contra o Cunha são pesadas. Mas contra o Renan também são. O partido já trabalha com a possibilidade de perder a presidência do Senado  e o pior, naufragar o plano do atual vice Michel Temer assumir a presidência da República com o impeachment da (presidente) Dilma Rousseff", disse o parlamentar que pediu para não ter o nome divulgado.   

Os caciques do PMDB, incluindo Temer, passaram a manhã desta quinta-feira (5) reunidos e devem se manifestar oficialmente no período da tarde.