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Bola rolando na política de Maringá

Começa a partida eleitoral de 2016. Para os eleitores é a escolha do próximo prefeito e dos 15 vereadores de Maringá. Nos bastidores da política, entramos na nova fase de um jogo de estratėgia. Ao menos onze partidos têm pré-candidatos a prefeito. Ao final, é provável que o número caia.

O prazo de filiação acabou. Agora começam as conversas por alianças. Comparado a 2012, mudou bastante o quadro. Da coligação do PT, que apoiou Enio Verei, na última eleição, o PDT vai lançar o vereador Ulisses Maia, que tem articulado para fechar uma boa base de partidos, pode chegar a seis, avalia atualmente Maia.

O PV, em que parte apoiou o PT em 2012, tem três pré-candidatos, com tendência a lançar o advogado Homero Marchese como candidato, mesmo sem alianças. O PSC fechou com o PSD, nova casa do deputado federal Edmar Arruda, pré-canditado do partido.

O PC do B, outro aliado histórico do PT de Maringá tem a professora Ana Lúcia Rodrigues como pré-candidata. Mesmo diante de menos aliados, assim acena o momento, o vereador Humberto Henrique é o pré-candidato do PT, que avalia ter o apoio do PROS é do PTN.

O secretário de Estado do Planejamento, Sílvio Barros, voltou ao PP. É um porto seguro diante de tentativas sem sucesso de aumentar a base de apoio do grupo político, o que passou por discussões com o PV, e de ofertas sem garantias futuras, como no PMDB, de Roberto Requião.

Frente a 2012, quando o prefeito Carlos Roberto Pupin fechou grande coalizão, a tendência é que Barros tenha coligação menor. O PSDB apresenta o empresário da educação Evandro Buquera Oliveira como pré-candidato. Há de se considerar que os tucanos são assediados por vários candidatos para fechar a aliança sem a cabeça da chapa.

Outra baixa, ainda mais certa, é a do PSD. A anunciada disputa de 2018 entre Cida Borghetti (PP) e Ratinho Júnior (PDS) ao governo do Paraná indica um afastamento das duas siglas em 2016.

No PSB, o diretor de operações do BRDE, Wilson Quinteiro, busca aliados para entrar mais forte na disputa. A discussão O passa por 2018. O deputado estadual Dr. Batista é pré-candidato natural do PMN.

Na Rede, o pré-candidato é o vereador Flávio Vicente. Fala-se ainda no Sargento Fahur do PSDC como pré-candidato. O PMDB, o PPS, o PTB, o PR e o PHS não terão candidatos e tendem a seguir com o PP. O DEM não terá candidato, mas a futura coligação é uma incógnita.

Não se tem notícia de outros partidos que terão candidatura, mas historicamente, a esquerda se apresenta por meio do PSTU e do PSOL. O jogo está apenas no começo e tem muita bola pra rolar.