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Petróleo, custos, contas, segunda instância e segundo turno

Depois do impeachment e do primeiro turno das eleições, o Brasil volta a andar. Começa a avançar a abertura da exploração do petróleo do pré-sal sem a participação obrigatória de 30% da Petrobras, que se encontra sem fôlego para investir após ser estrangulada pela corrupção. Bom para a economia, que ganha confiança também com o avanço da aprovação do limite de gastos do poder público, em discussão no Congresso. Medidas polêmicas, mas necessárias para reorganizar a economia.

Polêmica também a decisão de Beto Richa (PSDB), de rever o aumento ao funcionalismo para quitar outros benefícios atrasados aos servidores públicos. Professores começam a deflagrar greves, incita os ânimos da educação e fortalece o movimento paralelo, dos estudantes que ocupam escolas no Paraná contra a decisão de Michel Temer (PMDB) de mudar a educação por meio de medida provisória. Ao menos, a educação retoma os holofotes. Espera-se que o bom debate prevaleça e seja aproveitada a oportunidade de se mudar pra melhor.

Não dá para não mencionar a decisão apertada do Supremo Tribunal Federal (STF) de manter a prisão de condenados em segunda instância. Acredito que a decisão vai trazer um sentimento, um pouco maior, de justiça à população, que sofre com a lentidão de respostas. No Congresso, caminha o debate das 10 medidas de combate à corrupção, causa importante a se acompanhar.

Decisão mais rápida vai ser tomada nas eleições municipais. Em Maringá, Silvio Barros (PP) e Ulisses Maia (PDT) prometem disputa acirrada. Barros é o mais conhecido dos eleitores enquanto Maia se apresenta em ascensão e sem erros pode vencer. Na TV e no rádio, onde as propostas ecoam na massa, as propagandas começam na próxima semana. Nos bastidores não irá faltar o plantio de boatos, mas na mídia o que se aguarda dos candidatos são propostas.