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Festival “A Maré” leva apresentações culturais para bairros da cidade em Londrina

(foto: Danilo Brandão/ MassaNews) - Festival “A Maré” leva apresentações culturais para bairros da cidade
(foto: Danilo Brandão/ MassaNews)

O Movimento dos Artistas de Rua de Londrina (MARL) lançou neste domingo (18) o festival “A Maré – Festival de Arte em Movimento”. Programado para acontecer em três etapas (Abre Alas, Cidade Ativa e Maré Cheia), o Festival vai levar apresentações artísticas oficinas de teatro com perna de pau e figurinos para seis bairros de Londrina: Cj. Vista Bela, Cj. Luis de Sá, Vila Marízia, Cj. Novo Amparo, Cj. Saltinho e Cj. Avelino Vieira. A Maré acontece até dezembro, e neste domingo, o “Abre Alas”, primeira etapa do projeto, marca o início do Festival.

A “CIDADE ATIVA”, acontece a partir da segunda-feira, 19, até a segunda quinzena de novembro. São oficinas gratuitas de teatro com perna de pau ofertadas em espaços nesses mesmos bairros. As oficinas serão ministradas por artistas integrantes dos coletivos do MARL e cada uma terá o limite de 15 vagas, disponíveis para o público em geral. 

Estas atividades formativas têm o objetivo de despertar de forma lúdica a criatividade dos participantes através de dinâmicas artísticas. E é a partir dos conteúdos trabalhados nas oficinas que será construído o grande cortejo que compõe a terceira etapa da Maré, o “Maré Cheia” será composto de diferentes alas, formadas pelas comunidades que sediaram e participaram das oficinas.

O Maré Cheia está previsto para o período de 1 a 11 de dezembro. Este grande cortejo percorrerá a cidade de Londrina, sendo realizado em todos os seis bairros que fazem parte do projeto. A última etapa do Festival engloba, ainda, o XIX Encontro da Rede Brasileira de Teatro de Rua (RBTR), integrado à programação d’A MARÉ. Este evento celebrará em nossa cidade o encontro de aproximadamente 100 artistas de teatro de rua de todo o Brasil, que integrarão a programação da fase de encerramento do Festival.

A MARÉ tem o objetivo de movimentar arte na cidade através do diálogo com as populações periféricas, a fim de dar visibilidade e fortalecer estas comunidades através do viés artístico. Esta é a primeira jornada de um festival de arte pública para a cidade, isto é, arte acessível e compartilhada com todos, que é capaz de transformar os espaços públicos e celebrar os mais belos encontros entre a cidade e o fazer artístico.

(com assessoria de imprensa)