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FILO nesta terça feira: show e atração circense são destaques

A terça feira (6) FILO é marcada pela diversidade. Espetáculo circense, musicais e drama fazem parte da agenda do festival de hoje. Confira:

A.N.J.O.S.

(foto: divulgação)(foto: divulgação) 

Nuno perdeu algo, perdeu alguém. Triste e sozinho, ele encontra Ana, uma garota especial que lhe pede ajuda: como Nuno, ela também perdeu algo importante. Mas Ana tem a companhia de seus amigos Nico, Jonas, Olivia e Suriá. Juntos, eles irão em busca da auréola perdida de Ana. Uma aventura de descobrimentos e revelações, embalada pela sensibilidade do circo, da dança e da música para abordar as transformações do universo delicado e imaginário da criança.

Horário: 19:00

Local: Teatro Mãe de Deus Av. Rio de Janeiro, 700

Tropeço

(foto: divulgação)(foto: divulgação)

Sobre uma mesa, com baús e alguns pequenos objetos, cria-se um mundo no qual dois atores-manipuladores e suas mãos dão vida às personagens: duas velhas que moram juntas. Partindo da costumeira visão que se tem da velhice, o espetáculo mostra a solidão e as pequenas ações rotineiras das duas. Porém, cria-se um universo de sutileza e extravagância, poesia e comicidade, em mãos que andam, dançam, bebem, respiram, riem e choram.

Fruto de uma pesquisa de dramaturgia física, “Tropeço” mostra a fragmentação de parte do corpo, que ganha personalidade com o movimento. Essa linguagem é a junção dos trabalhos corporais desenvolvidos pelos integrantes da Tato Criação Cênica desde sua formação, em 2004.Toda a estrutura cênica do espetáculo foi concebida com simplicidade, de modo a valorizar os movimentos das personagens, que se comunicam por meio de ações e onomatopeias, sem a utilização de palavras.

Horário: 19:00

Local: Teatro Zaqueu de Melo Av. Rio de Janeiro, 413

Caranguejo Overdrive

(foto: divulgação)(foto: divulgação)

Esta é a história de Cosme, ex-catador de caranguejos no mangue carioca da metade do século XIX. Convocado para lutar na Guerra do Paraguai, ele enlouquece no campo de batalha. De volta à cidade onde nasceu, procura sob os calçamentos do Rocio Pequeno (futura Praça 11) as marcas de um passado familiar. Mas este Rio de Janeiro em plena convulsão urbanística é para ele uma cidade irreconhecível e com sabor de exílio.

A montagem dialoga com o movimento Manguebeat de Chico Science e a obra do geógrafo pernambucano Josué de Castro (“Geografia da Fome”). A peça traz os traços de linguagem que caracterizam o trabalho da companhia na relação com a cultura pop contemporânea. A música, sempre com banda em cena, em trilha e canções originais ou arranjos novos, desempenha função quase narrativa nos espetáculos.

Horário: 20:30

Local: Divisão de Artes Cênicas/ Casa de Cultura UEL Av. Celso Garcia Cid, 205

Corpo sobre Tela

(foto: divulgação)(foto: divulgação)

“Sou livre para o silêncio das formas, das cores na riqueza de pintar uma obra, As cores são vida. Podemos ser mais coloridos na forma de pensar. O mundo ainda está muito escuro pelo lado negativo do pensamento de cada um, todos nós podemos colorir a maneira de pensar e, ser mais felizes, pois somos a própria arte”.

Inspirado na vida e obra do pintor irlandês Francis Bacon, “Corpo sobre Tela” é um solo do bailarino Marcos Abranches. Neste trabalho, mostrar as cores, assim como mostrar o corpo do bailarino, foge do simples olhar do ver. A proposta é conjugar o caráter figurativo, ilustrativo e narrativo que as cores em corpo de Abranches possam codificar. Opor o “figural” ao figurativo. Imaginar a imagem refletida na alma das pessoas através dos movimentos coreográficos voluntários e involuntários implica o figurativo ilustrativo do objeto.

O coreógrafo e dançarino paulistano Marcos Abranches utiliza a própria deficiência física como referência de estudo para a construção de sua linguagem artística corporal, sendo o único coreógrafo brasileiro com paralisia cerebral a propor um estudo sobre dança contemporânea. Abranches integrou a Cia. FAR 15, atuando nos espetáculos “Senhor dos Anjos”, “Jardim de Tântalo” e “Metamorfose”, dirigidos e coreografados por Sandro Borelli e Sônia Soares.

Horário: 21:00

Local: Usina Cultural (Av. Duque de Caxias, 4159

Chapeleiros – 2ª Edição

A festa reúne três grupos em uma noite de muito pop, reggae, rock, blues, funk e soul. Vitor Conor & Trio entra no palco com Vitor Conor (voz e violão), Thiago Bonamigo (guitarra), Ronalt Sanches (baixo) e Binho Toledo (bateria). Já o Bona Trio traz Bruno Bonafini (voz e guitarra), Douglas Shoiti (baixo) e Max Santos (bateria). E tem ainda Gabriel Souza & Harmônica Trio, com Gabriel Souza (voz e guitarra), Matheus Scheffer (baixo), e Binho Toledo (bateria).

Horário: 22:00

Local: Bar Valentino R. Pref. Faria Lima, 486