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Vila do 'Chaves' é reproduzida em SP

(Foto: Divulgação) - Vila do 'Chaves' é reproduzida em SP
(Foto: Divulgação)

A partir do próximo sábado, 20, às 9h, o Memorial da América Latina, na zona oeste de São Paulo, recebe a exposição A Vila do Chaves. O evento reproduz o cenário oficial do seriado mexicano exibido na televisão brasileira há mais de 30 anos. Com 18 mil ingressos já vendidos, a mostra fica em cartaz até o dia 27 de março no Pavilhão da Criatividade, na Praça da Sombra.

Os ingressos custam R$ 10 e os fãs podem ficar no local por 25 minutos. Todas as entradas para o primeiro dia, cerca de 5 mil, já foram vendidas antecipadamente. Quem for à exposição no primeiro final de semana também poderá participar de um festival de churros.

Aberto à imprensa na manhã desta quinta-feira, 18, o pátio da mostra é idêntico ao da série, incluindo o famoso barril do Chaves (Roberto Bolaños). O local conta ainda com as casas dos personagens Dona Florinda (Florinda Meza), Bruxa do 71 (Angelines Fernández) e Seu Madruga (Ramón Valdés). Só a residência desse último, o emblemático 72, no entanto, estará aberta para visitação. Na parede, uma foto da filha de Seu Madruga, a Chiquinha (María Antonieta de las Nieves). A velha TV em preto e branco também ilustra o cenário.

A Vila do Chaves terá vários grafites e caricaturas feitos em homenagem aos personagens do ator Roberto Bolaños, que morreu em novembro de 2014. Do lado de fora do local, também haverá um outro barril. Nele, os fãs podem fazer imagens gratuitamente. Para encerrar a festa, o local terá também uma feira para cães e gatos e uma cronologia com todas as datas importantes do seriado.

Esta não é a primeira vez que a vila do Chaves é montada no Memorial da América Latina. Em novembro de 2014, logo após a morte de Bolaños, 40 mil pessoas formaram longas filas para ver o famoso barril do Chaves. Segundo o presidente do Memorial da América Latina, João Batista de Andrade, o espaço tem de ser mais acessível ao público. "Precisamos cumprir nossa função cultural popular. O Memorial da América Latina não pode virar as costas para a população", concluiu.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.