22°
Máx
16°
Min

Almir Sater e Renato Teixeira lançam disco de inéditas

(Foto: Divulgação) - Almir Sater e Renato Teixeira lançam disco de inéditas
(Foto: Divulgação)

Eles são vizinhos há anos, amigos de sangue, que, por alguma razão, não haviam gravado um disco juntos. Não até esta semana, quando Almir Sater e Renato Teixeira anunciaram a primeira parceria em álbum de suas carreiras. AR, as iniciais de seus nomes que batizam o disco, é um trabalho com dez canções inéditas.

O disco contou com a produção do norte-americano Eric Silver, que já assinou contracapas de artistas como Dixie Chicks, Shania Twain, Cindy Lauper, Donna Summer e Keith Urban. Silver é um velho conhecido de Renato e Almir. Mais do que isso. Vem ao Brasil, se hospeda em suas casas, canta com eles e já fala português. Em dezembro do ano passado, fez uma apresentação no Bar Ao Vivo, em Moema, para lançar um disco seu batizado Bridges, Friends and Brothers (Pontes, Amigos e Irmãos), com participações de Almir, Renato e Sérgio Reis.

Ainda não há shows marcados para o lançamento do disco AR, mas um encontro um pouco maior vai ocorrer no dia 14 de maio, no Espaço das Américas. Além de Renato e Almir, vai haver a participação do terceiro elemento, também morador das terras da Cantareira, Sérgio Reis. Farão números juntos, em duplas e solos. "Vamos criar vários momentos no show. Em uma parte, eu canto, em outra, o Almir toca viola sozinho. Vai ser um grande encontro", diz Renato.

Apesar de estar na fase de lançamento, Renato e Almir já falam em um AR número 2. Eles trabalham neste momento em canções novas para jogarem o quanto antes nas mãos do mesmo Eric Silver. "Levamos seis anos para fazer esse trabalho. Daqui a outros seis, a gente consegue fazer o outro", diz, em tom de graça, Almir Sater.

O álbum novo foi gravado em duas partes: violões, violas e vozes foram captados na casa de Renato, na Serra da Cantareira. Instrumentos como contrabaixo, guitarras, bateria e teclados foram colocados em um estúdio de Nashville, nos Estados Unidos, com músicos norte-americanos e uma produção que fez a diferença. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.