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Luana Godin apresenta suas canções em show no Teatro Paiol

(Foto: Divulgação) - Luana Godin apresenta suas canções em show no Teatro Paiol
(Foto: Divulgação)

Apostando todas as suas fichas na carreira solo, depois de 15 anos de uma carreira artística recheada de projetos bacanas, a cantora, compositora, atriz e musicista, Luana Godin apresenta seu primeiro disco autoral. O show de estreia de “sOLa” será no palco do Paiol, dentro do projeto Terça Brasileira, no dia 27/9. O primeiro single, “Novos Humanos”, foi lançado em agosto e o disco, que terá distribuição pela Trattore, já está disponível para audição no site da artista.

A caminhada solo de Luana começou em 2014, com o show “Filha da Primavera”. A partir dele, ela definiu o repertório, no qual destaca a presença dos elementos eletrônicos unidos aos ritmos afro, em diálogos com o blues, passando pelo rock até o baião, pluralidade sonora presente nas nove canções – oito delas, composições de Luana e uma em parceria com Luigi Castel. “É um encontro de músicos com diferentes escolas e formações, o que é a cara do disco e a minha cara. Me vejo como fruto do conceito da antropofagia cultural, que apesar de não ser novo, ainda é vivo: deglutir, misturar e tornar nosso, brasileiro, que é o encontro de todas as culturas”, diz sobre as canções que mostram o encontro de suas múltiplas facetas: romântica, dramática, narrativa, teatral, festiva, universal e reflexiva.

Caminhada

Desde que buscou a profissionalização como cantora, aos 16 anos, tudo se precipitou na vida desta ‘maringaense-curitibana’ decidida. Com um vasto e multifacetado currículo artístico, Luana sempre se envolve criativamente nos projetos para os quais é contratada. Essa postura, diz, foi fundamental para que desenvolvesse seus potenciais como cantora, atriz, musicista e produtora. Filha do meio aprendeu cedo a olhar a necessidade do outro. “Acho que por isto gosto de trabalhos em grupo, me envolvo, compartilho”.

Precoce, Luana começou aos seis anos de idade, cantando, tocando diversos instrumentos e fazendo cursos de teatro.

Também ministrou oficinas voltadas à música e ao teatro profissionalmente e tem a Licenciatura em teatro pela FAP e especialização em Literatura dramática e Teatro na UTFPR. Foi integrante do grupo Samba de Saia durante nove anos, tem vários projetos com a Parabolé, além das temporadas do espetáculo “Sobre Lendas e Mulheres”.

(Foto: Divulgação)(Foto: Divulgação)

Há dois anos ela começou a olhar mais para suas composições e se deu conta que teria que criar algo para chamar de seu. “Uma pessoa fundamental foi meu companheiro Luigi, porque compartilhamos e nos incentivamos muito no dia a dia criativo”, conta sobre o produtor musical Luigi Castel, que assina a mixagem e masterização. Um festival em Minas Gerais, em que os dois participaram, foi um momento decisivo para a tomada de decisão. “Percebi o quanto eu estava distante da minha própria música. Quando voltei, comecei a montar o repertório, formei a banda até estrear Filha da primavera, que significou pra mim o desabrochar da minha carreira solo”, lembra. Sem esquecer a importância dos projetos dos quais participou, Luana está segura de que agora o momento é outro. “O que muda é o meu foco”, ressalta, com a firmeza tranquila de quem está certa da decisão tomada. “Em um momento de empoderamento em vários segmentos vejo que este é meu poder. São minhas músicas, minhas concepções, minhas ideias, eu produzo, escrevo, sou minha empresária, estou na linha de frente, levando ao público todo o meu potencial criador e artístico”.

sOLA

“Este álbum é muito diverso, mostra facetas da minha personalidade e da minha musicalidade”, comenta, sobre as 9 canções que compõem o trabalho. Os parceiros de disco e de palco foram chegando na época do primeiro show. O primeiro foi o baixista Mauricio Escher, que ao conhecer as canções se adiantou para integrar a banda e indicou o amigo Anderson de Lima, guitarrista dos bons. “Eles são músicos do rock, o que foi excelente para somar ao meu lado mais brazuca e deixar o som pesado”. Quem assumiu a bateria foi Thales Lemos e Paula Back entrou com sua zabumba e alegria contagiantes. Já a trombonista Fernanda Cordeiro gravou as música “Cruzeiro do sul” e “Novos humanos”.

Alonso Figueroa, tecladista, chegou em seguida, trazendo seus conhecimentos de música eletrônica e também contribuiu com alguns arranjos, além de assinar a produção do álbum, junto com Luigi Castel. Para gravar as congas, tumbadoras e alguns efeitos, o convidado foi Filipe Castro, que participa em três faixas; os metais trazem a assinatura do trombonista Raule Alves e do trompetista Henrique Dvulhatik, da Big Time Orchestra (Negrito e Me falta). As gravações foram feitas no Áudio Stamp, sob a batuta de Virgílio Milleo, em Curitiba, entre 2015 e 2016. A mixagem e masterização de Luigi Castel, que soube respeitar o jeito de cada canção e suas especificidades, foram o toque final para dar uma ‘cara’ para o trabalho. “O álbum ficou com uma mixagem moderna e com cara de ao vivo, que é a especialidade de Luigi”, celebra uma confiante Luana. “Sim, ‘Luana Godin sOLa’ é uma aposta, é a minha semente musical e por sorte têm muitas pessoas regando e adubando. A colheita, estamos trabalhando para que seja das boas e como sou uma “filha da primavera”, escorpiana nascida em novembro, estou contando com os bons ventos da minha estação”.

Serviço

O que: Terça Brasileira com Luana Godin: lançamento de sOLa, disco de estreia da compositora.

Quando: Dia 27/9, às 20h.

Quanto: R$:30 e R$15 (meia-entrada)

Onde:Teatro Paiol (Praça Guido Viaro, s/n).

Informações: http://www.luanagodin.com/

Colaboração Assessoria de Imprensa