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Professora da Unicentro se destaca em corridas de montanha

(Foto: Divulgação) - Professora da Unicentro se destaca em corridas de montanha
(Foto: Divulgação)

Se correr longas distâncias já é um desafio e tanto, imagine se o percurso for em uma montanha localizada em uma das regiões mais frias do Brasil. Quem aceitou encarar essa prova foi a professora Karla Varela, do Departamento de Educação Física da Unicentro. Ela participou do 13. Desafrio, uma corrida de montanha realizada na cidade de Urubici, em Santa Catarina.

O Desafrio é considerado a prova de corrida mais fria do país, com temperaturas bem próximas de zero. Mas para a professora, o principal desafio a ser vencido foi a altitude. “Pelo fato de morar no Paraná, um estado que é mais frio, não tive tanta dificuldade em relação à temperatura. Mas em relação a altimetria, foi um pouquinho mais complicado. Foram quase dois mil de altimetria”.

Karla corre há 15 anos, mas as montanhas só entraram no percurso há dois. Na prova de Urubici, a professora garantiu o segundo lugar geral, concluindo o percurso de 45 quilômetros em, aproximadamente, quatro horas. Essa não foi a primeira conquista da atleta. “Participei, em fevereiro desse ano, em Corupá, também na região de Santa Catarina, de uma prova de 60 quilometros. Lá, conquistei o terceiro lugar geral, com 8 horas e 40 minutos de prova. Em 2015, eu fiz o ano todo um circuito de corridas de montanha e, dentro do ranking, fiquei em terceiro lugar geral no Brasil”, contou.

Quem participou da prova de Urubici, precisou encarar uma temperatura de 8º, com sensação térmica ainda mais baixa. Por isso, foi necessário que os atletas tivessem uma boa preparação. “Fazemos um trabalho bem específico para musculação e a alimentação tem que ser bem rica em carboidratos. Também fazemos um treinamento específico em morro, bem próximo do que vamos competir”, explicou a professora.

Para Karla, ter participado da corrida de montanha e garantido bons resultado também é uma forma de incentivo para os alunos do curso de Educação Física. “Tudo o que eu passo para eles na teoria, acabo vivenciando antes, na prática. Então, a gente tem certeza do que está falando para que um dia, que eles forem praticar, eles saibam o que fazer. Então, é um incentivo grande nesse sentido porque é um meio de levar o esporte, unindo qualidade de vida e saúde”.

Além disso, ter participado da competição também foi uma boa oportunidade para conhecer novas localidades. “É bem gratificante porque você conhece lugares diferentes, pessoas e costumes diferentes. Deu para conhecermos melhor aquela região que também tem uma grande quantidade de canions”.

Colaboração Assessoria de Imprensa.