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STJD absolve Londrina, mas pune Falange Azul por briga no Café

(foto: Wellington Ferrugem/Londrina Esporte Clube) - STJD absolve Londrina, mas pune Falange Azul por briga no Café
(foto: Wellington Ferrugem/Londrina Esporte Clube)

O pleno do Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) julgou, na manhã desta quinta-feira (29), o recurso do Londrina Esporte Clube sobre a punição sofrida pela briga de torcidas no jogo contra o Goiás, no dia 23 de agosto, no estádio do Café.

Por decisão unânime dos auditores, segue a multa de R$ 10 mil aplicadas aos dois clubes. No entanto, a pena de perda de mando de campo foi perdoada e direcionada para as torcidas organizadas Falange Azul, do Londrina, e Força Jovem, do Goiás, que não poderão entrar no estádio com indumentárias que as identifiquem.

Londrina e Goiás ainda terão que manter 20% da capacidade do estádio fechada na 31ª rodada, no dia 15 de outubro no estádio do Café contra a Luverdense e no Serra Dourada contra o Vila Nova. Na rodada seguinte, o clube perde o direito dos 10% de ingressos como visitante.

Defesa

Em defesa do Londrina, o advogado Eduardo Vargas sustentou que o Estádio do Café possui todas os laudos previstos que dão condição de funcionamento e que comprovam a infraestrutura necessária. Para a defesa o Londrina não concorreu para desordens na partida e adotou todas as medidas cabíveis para o bom andamento do espetáculo.

“Este caso específico não há a incidência do artigo 211. Os laudos de engenharia atestam que o Estádio do café possui os laudos de engenharia, segurança e dos bombeiros. Em Primeira instância entenderam que na medida que haviam pedregulhos no estádio que permitiu que os torcedores do Goiás arremessassem na torcida do Londrina. Os poucos que lá estavam depredaram, produziram pedras e acabaram arremessando. Não há prova contrária. A defesa requer a absolvição”.

Os votos da condenação parcial foram unânimes por parte do auditor-relator do processo, Décio Neuhaus, e dos auditores Paulo César Salomão Filho, José Perdiz, Otávio Noronha, Antônio Vanderler, Arlete Mesquita e pelo Presidente Ronaldo Botelho Piacente.