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Britânico bate recorde de novo e brasileiros ficam sem medalha no 100m peito

(Foto: Divulgação/TeamGB) - Britânico bate recorde de novo e brasileiros ficam sem medalha no 100m
(Foto: Divulgação/TeamGB)

Os nadadores estão fazendo a festa na piscina no Estádio Aquático Olímpico. Neste domingo, mais recordes foram quebrados. Adam Peaty, nos 100 metros peito, diminuiu ainda mais sua marca de 57s55 e cravou 57s13. Na mesma final da prova, João Gomes Júnior ficou em quinto e Felipe França em sétimo lugar.

João Gomes melhorou seu tempo, em comparação à eliminatória, mas não passou da quinta posição, com 59s31. França, que já foi campeão mundial da distância em piscina curta, foi mais lento que na semifinal ao anotar 59s38 na única prova individual que disputa nesta Olimpíada, assim como seu compatriota.

A estrela da prova foi mesmo Adam Peaty, cravando novo recorde mundial. Nas eliminatórias, no sábado, ele registrou 57s55, quebrando sua própria marca que era de 57s92. Na final, foi além ao obter 57s13.

Quem também vibrou muito nos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro foi a sueca Sarah Sjostrom, que foi campeã olímpica e ainda bateu o recorde mundial nos 100 metros borboleta com a marca de 55s48 - a anterior era 55s64. Ela fez uma prova impecável, sem dar chance para suas adversárias.

Nos 200 metros livre, o chinês Sun Yang foi para a final com o melhor tempo, mas sabe que na decisão terá trabalho diante de fortes competidores, como o japonês Kosuke Hagino, o norte-americano Conor Dwyer, o alemão Paul Biedermann e o sul-africano Chad Le Clos.

Já nos 100 metros peito, a norte-americana Lilly King avançou com o melhor tempo, seguida pela russa Yulia Efimova, que só teve sua participação nos Jogos do Rio confirmada na última quinta-feira, após autorização do Comitê Olímpico Internacional (COI). Ela tinha sido proibida de competir no Rio devido a uma suspensão de 16 meses, por ingestão de anabolizantes.

A pena já foi cumprida, mas a Federação Internacional de Natação (Fina) havia vetado sua participação nos Jogos devido ao escândalo de doping que envolveu a Rússia. Outro destaque da prova foi a jamaicana Alia Atkinson, que foi para a final com o quinto melhor tempo, mostrando que na terra dos velocistas de pista também existem ótimos nadadores.