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Colombianos querem explorar os espaços da defesa brasileira no futebol

(Foto: Rio 2016) - Colombianos querem explorar os espaços da defesa brasileira
(Foto: Rio 2016)

O técnico Rogério Micale define a Colômbia como uma seleção equilibrada, forte coletivamente, adepta do contra-ataque, mas que também sabe propor o jogo no Rio-2016. E o adversário desta noite do time brasileiro realmente requer cuidado. Pelo que demonstrou até agora, em campanha semelhante à do Brasil na primeira fase - dois empates e uma vitória -, os colombianos devem dar bastante trabalho.

A exemplo da seleção brasileira, o ataque é talvez a maior força do time treinado por Carlos Restrepo - seis gols até agora, dois em cada partida. Pabón, que teve passagem pelo São Paulo, Téo Gutierrez, o destaque do time, e Sebastian Perez são habilidosos e rápidos. E ainda tem Miguel Borja, que na recente Libertadores fez quatro gols contra o São Paulo jogando pelo Atlético Nacional.

Restrepo não esconde que pretende explorar os espaços que imagina que o Brasil deixará nesta noite de sábado, pelas quartas de final do torneio olímpico. “Toda equipe que vai muito ao ataque se arrisca na defesa. Podemos aproveitar as costas dos volantes, como fizemos contra a Nigéria e o Japão. Fomos agressivos e assim que temos que ser", disse.

Em compensação, a defesa colombiana se mostra confusa e vulnerável quando pressionada. Por isso, deve ganhar uma proteção maior na partida contra o Brasil.