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Condutores da Tocha Olímpica: Rolando Ferreira

Rolando Ferreira iniciou no esporte ainda muito cedo, lá em 1976 (Foto: Divulgação) - Condutores da Tocha Olímpica: Rolando Ferreira
Rolando Ferreira iniciou no esporte ainda muito cedo, lá em 1976 (Foto: Divulgação)

Professor de educação física de uma escola particular em Curitiba, Rolando Ferreira iniciou no esporte ainda muito cedo, lá em 1976. A caminhada foi grande, mas satisfatória. Hoje, ele passa toda a emoção de praticar um esporte para crianças e adolescente nas aulas que leciona. “Esporte pra mim é tudo, é sinônimo de saúde e, principalmente, paixão”, conta Ferreira.

Ainda quando pequeno, sofria bullyng na escola por não se enquadrar nos estereótipos dos colegas de classe. Mas o que Ferreira não sabia, é que isso o levaria, um dia, a um grande time de basquete. No colégio em que estudava, foi um destaque nas quadras e chamou atenção de um dos seus professores de educação física, que o convidou para treinar no Colégio Estadual do Paraná e, mais tarde, integrar a equipe profissional de basquete do Círculo Militar, em Curitiba.

“Lembro-me até hoje quando meu professor me convidou, eu sentia muita vergonha. Quando cheguei para falar com ele, fui recebido pelos gigantes do basquete, aí toda a timidez e sensação de inferioridade foram embora. Senti-me muito feliz em estar com pessoas que estavam em busca do mesmo objetivo”, diz emocionado.

Ferreira já teve o privilégio de participar de duas Olimpíadas e agora, é um dos condutores da Tocha Olímpica, em Curitiba. Além de sempre incentivar o esporte com crianças e adolescentes, ele é um ícone do basquete na capital paranaense. Ele foi o primeiro brasileiro a participar de um time na principal liga de basquetebol profissional da América do Norte, a National Basketball Association (NBA).

“Hoje eu vivo para a minha família, espero que meus filhos sigam meus ensinamentos e também façam parte do meio esportivo que, ao longo da minha vida, me proporcionou muitas emoções e grandes conquistas”, finaliza.

A ansiedade toma conta do professor, mas a alegria supera todo o nervosismo que é conduzir uma Tocha Olímpica.