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Decisão no vôlei masculino vale para time superar 'amareladas' do passado

Foto: Alexandre Loureiro/Exemplus/COB - Decisão no vôlei masculino vale para time superar 'amareladas'
Foto: Alexandre Loureiro/Exemplus/COB

Após três finais seguidas nas últimas edições dos Jogos Olímpicos, o vôlei masculino vive uma situação rara: a possibilidade de dar adeus a uma competição na fase inicial. O técnico Bernardinho cobrou “lucidez” dos jogadores para superarem a França, nesta segunda-feira, e não serem eliminados em casa.

“Como é o clique para fazer com que eles não sintam pressão excessiva?”, questionou Bernardinho, após a derrota para a Itália, no último sábado. “É uma geração que foi consistente no ciclo como um todo, mas bateu na trave muitas vezes. Se a gente está em casa tem mais expectativa. Temos que nos reagrupar”, disse.

O elenco viveu decepções recentes em outras decisões. Nos dois últimos anos, foram três vices, entre Liga Mundial, Pan-Americano e Mundial.

O treinador insistiu que o time precisa a equilibrar a velocidade do jogo. O erro custou duas derrotas seguidas para Estados Unidos e Itália e obriga a ganhar da França, adversário que também precisa da vitória para avançar. “É preciso saber o momento de forçar o saque ou segurar depois de uma sequência de erros. O importante é estar lúcido permanentemente, pensar na ação e não na consequência”, disse Bernardinho.

A pressão também afeta os franceses, que perderam as duas primeiras partidas para os mesmos algozes brasileiros: Itália e Estados Unidos. Com média de 26 anos, os atletas disputam os Jogos pela primeira vez. “A equipe é jovem e há quatro anos esperamos por esse momento. Os jogadores gostariam de passear, mas estão concentrados. Será uma partida dura e nervosa para ambos”, explicou o técnico francês Laurrent Tillie.