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Dilma comete gafe e diz que País transformará Jogos em 'fenômeno de participação'

(Foto: Divulgação)  - Dilma comete gafe e diz que País transformará Jogos em 'fenômeno de participação'
(Foto: Divulgação)

Em cerimônia da União das Américas por ocasião da chegada da tocha olímpica dos Jogos do Rio-2016, no setor militar urbano, em Brasília, a presidente Dilma Rousseff voltou a cometer uma gafe ao afirmar erroneamente que o Brasil será sede da primeira Olimpíada da América Latina. "Hoje pela manhã nós recebemos a tocha olímpica e, a partir daí, o Brasil tornou-se o primeiro país da América Latina e no Hemisfério Americano a sediar, receber e acolher uma Olimpíada", disse durante cerimônia da União das Américas por ocasião da chegada da Chama Olímpica Rio 2016, no setor militar urbano, em Brasília.

O México já foi sede dos Jogos Olímpicos, em 1968, quando a Cidade do México abrigou o grande evento. No discurso transcrito pela assessoria da Presidência a informação foi corrigida indicando que ela referia-se na realidade à América do Sul. "É com grande orgulho que eu dou, em nome do povo brasileiro, as boas-vindas a esta chama, símbolo de uma grande esperança da humanidade, que é a paz, a união e a amizade", disse Dilma, pela manhã.

Na noite desta terça-feira, Dilma deixou o tom político de lado e preferiu um pronunciamento rápido, de pouco mais de oito minutos, no qual salientou, principalmente, o caráter inclusivo do evento esportivo e da tocha, que percorrerá diversas cidades do País até chegar ao Rio para a abertura dos Jogos, no dia 5 de agosto.

"O dia de hoje vai ficar registrado na história do Brasil", afirmou. "Nos próximos 94 dias iremos transformar as Olimpíadas num fenômeno de participação de todo o nosso País." Dilma repetiu que o Brasil é um país "diverso, formado pelas mais diferentes etnias", e que o País saberá conviver com as diferenças. "As Olimpíadas sempre foram um exemplo para as sociedades conviverem com as diferenças", afirmou.

Apesar de destacar o caráter mundial dos Jogos Olímpica, a presidente encerrou afirmando que "o Brasil receberá a todos de braços abertos, mas tem um abraço especial para os países da América".