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'Espero que o 7 a 1 nos ajude na final', diz zagueiro alemão da Copa de 2014

(Foto: Marcello Casal Jr/ Agência Brasil/ARQUIVO COPA) - 'Espero que o 7 a 1 nos ajude na final', diz zagueiro alemão da Copa
(Foto: Marcello Casal Jr/ Agência Brasil/ARQUIVO COPA)


Dos 11 alemães que estarão em campo neste sábado, contra o Brasil, na final do torneio de futebol dos Jogos do Rio, um deles tem uma bagagem especial para sair do Maracanã com outro título, dois anos depois de ganhar a Copa do Mundo. O zagueiro Matthias Ginter estava no elenco campeão mundial em 2014 e afirmou nesta sexta-feira, durante treino no Rio, que espera que o resultado do último encontro entre as duas equipes sirva de inspiração.

O defensor do Borussia Dortmund foi reserva na última Copa do Mundo. Do banco de suplentes do Mineirão, viu a vitória alemã por 7 a 1 pelas semifinais. "Foi uma experiência muito boa e muito marcante. Espero que possa ajudar no nosso jogo. Mas são equipes completamente diferentes e momentos distintos. Espero que a gente consiga a vitória e dê tudo certo no final", comentou.

Ginter, de 22 anos, é o único alemão da Copa de 2014 que está no elenco olímpico. A equipe, assim como o Brasil, fez campanha mediana na fase de grupos, com dois empates e uma vitória, para depois ganhar duas partidas no mata-mata e chegar à decisão, que será no Maracanã. Na véspera os alemães fizeram um treino rápido, de cerca de uma hora, no Centro de Futebol do Zico, na zona Oeste da cidade.

Do lado do Brasil, Neymar é o único que estava no elenco das duas competições. O jogador do Barcelona é a maior preocupação dos alemães. Segundo o zagueiro Ginter, o time se organizou para anular a força ofensiva brasileira.

"A seleção da Alemanha não se preparou não só pra enfrentar o Neymar. Mas para dar conta de todo o Brasil. Temos bons jogadores também, até para criarmos muitas dificuldades ao Brasil. Estamos preparados para jogarmos bem", afirmou.

A Alemanha está pela primeira vez para uma final olímpica. A melhor campanha da equipe na competição foi em 1988, em Seul, quando foi eliminada nos pênaltis pelo Brasil nas semifinais e ficou com o bronze ao derrotar a Itália por 3 a 0 na disputa pelo terceiro lugar.