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No Rio, Daniele Hypolito encerra carreira olímpica sem medalha

(Foto: Ricardo Bufolin/ CBG) - No Rio, Daniele Hypolito encerra carreira olímpica sem medalha
(Foto: Ricardo Bufolin/ CBG)

O oitavo e último lugar da seleção brasileira feminina de ginástica artística na final por equipes nos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro fecha um ciclo da modalidade no País e dá início a um período de transição. Aos 31 anos, a ginasta Daniele Hypolito encerrou nesta terça-feira sua carreira em Olimpíadas.

Mesmo sem ter conquistado uma medalha olímpica em cinco participações, a veterana se diz orgulhosa pelo pioneirismo. "O atleta sente falta de medalha na Olimpíada, mas a minha carreira foi coroada com outras coisas, como ter conquistado a primeira medalha da história da ginástica e ter acompanhado uma geração de mudanças", enaltece.

Em 2001, Daniele conquistou a prata no solo no Mundial da Bélgica e colocou o esporte em evidência pela primeira vez. Além disso, teve a honra de competir ao lado de Daiane dos Santos e Laís Souza anos mais tarde. A aposentadoria está planejada para dentro de pouco mais de um ano. "Vou ficar até o fim de 2017 porque tenho de ter um tempo de transição de carreira."

Daniele viu a seleção - com a pontuação total de 172,087 - repetir o desempenho de Pequim-2008, o melhor das brasileiras na história da modalidade. Em Londres-2012, sequer se classificaram para a final. Agora, passa o reinado para as talentosas Flávia Saraiva e Rebeca Andrade. "Tenho certeza de que essa geração vem para trazer muito mais resultados para o Brasil", projeta.