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Procura cresce e Paralimpíada do Rio chega a 1,5 milhão de ingressos vendidos

(Foto: Divulgação) - Procura cresce para Paralimpíada do Rio
(Foto: Divulgação)

A venda de ingressos para os Jogos Paralímpicos alcançou a marca de 1,5 milhão de bilhetes. De acordo com a organização, ainda há 1 milhão de ingressos disponíveis. Algumas finais já estão esgotadas. Também quase não há mais entradas para as provas que ocorrem no Parque Olímpico, na Barra da Tijuca, nos dois fins de semana da Paralimpíada (10 e 11 de setembro e 17 e 18 de setembro). A expectativa do Rio-2016 é de que todos os ingressos serão vendidos.

Os Estados que mais compraram ingressos paralímpicos foram Rio de Janeiro, São Paulo, Minas Gerais, Distrito Federal e Paraná. "Houve uma mudança importante do padrão das vendas de ingressos. Em primeiro lugar, vimos uma grande quantidade de venda proveniente da energia gerada pelos Jogos Olímpicos e de pessoas que queriam ter acesso ao Parque na Barra. Agora estamos vendo um público com um olhar específico para os atletas e pelos duelos marcados. É muito gratificante ver o esporte paralímpico como a principal razão para as pessoas comprarem determinados ingressos", disse Mario Andrada, diretor executivo de Comunicação do Comitê Rio-2016.

A meta brasileira é ficar entre os cinco primeiros países no quadro de medalhas. Em 2012, o País ficou em sétimo, com 43 medalhas (21 de ouro, 14 de prata e 8 de bronze). Ainda há ingressos para a primeira chance de ouro para o Brasil nesta Paralimpíada: a final dos 5 mil metros na categoria T11, em que compete Odair Santos. O corredor cego de 35 anos tem sete medalhas (três de prata e quatro de bronze) e está na quarta paralimpíada. Ele corre nesta quinta-feira no Engenhão. O bilhete custa R$ 20, sem lugar marcado.

Outra atração do atletismo é o irlandês Jason Smyth, há um ano detentor do recorde de atleta paralímpico mais rápido do mundo. Ele corre na categoria T13, para atletas com deficiência visual, nesta quinta e sexta. Também na sexta, ocorrerá o duelo de "blade runners" (atletas amputados) Jonnie Peacock, da Grã-Bretanha, Jarryd Wallace, dos Estados Unidos, e Alan Fonteles, do Brasil. Outra grande esperança brasileira, a corredora Terezinha Guilhermina busca o segundo ouro nos 100m rasos, ainda na sexta-feira.